O GlaxoSmithKline atrai jovens acenando com liberdade

Na GSK, o jovem é o principal agente de seu desenvolvimento. Basta querer subir

Rio de Janeiro – Em primeiro lugar, o paciente. Essa é a filosofia da indústria farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), que encontra apoio amplo e irrestrito entre os jovens da companhia. “A GSK valoriza o paciente, investe forte em pesquisa e desenvolvimento e, por isso, visto a camisa da organização”, diz um deles.

A empresa prega a delegação de autoridade, o chamado empowerment, fazendo do funcionário o principal ator de seu desenvolvimento. Os jovens — até os que entraram como estagiários — afirmam ter, desde o começo, papel bem definido e grande responsabilidade. “O que a gente mais quer é trabalhar com liberdade, e isso temos aqui.

O laboratório confia no nosso potencial”, afirma um deles. Segundo o RH, 70% dos treinamentos são na modalidade on the job (por meio de novos projetos e rodízio de funções, por exemplo), 20% se dão por meio de ações envolvendo interações e relacionamentos (como coaching e mentoring) e 10% são sustentados pelo aprendizado formal em cursos presenciais e online.

Entre as novidades que a farmacêutica prepara para a galera que está entrando no mercado de trabalho está o Programa de Trainees, que estreia este ano. Ele foi aberto não só para o público externo, como também para os jovens recém-formados que já trabalham na GSK.

Compreenderá dois anos e meio, com o objetivo de preparar o trainee para, ao final do período, assumir uma posição gerencial na empresa. Outro programa interessante, que se chama Esprit, procura identificar alunos de MBAs globais de primeira linha, que são convidados a participar de um desenvolvimento acelerado, de três a quatro anos, passando por duas posições no Brasil e duas em subsidiárias internacionais.

Assim, eles estão prontos para assumir cargos de diretoria em qualquer parte do mundo. Para os jovens, porém, falta maior clareza no plano de carreira e nos critérios de promoção.