Indústria do petróleo aquece carreira de químicos

S&atilde;o Paulo &ndash; Os qu&iacute;micos est&atilde;o presentes em todas as etapas de produ&ccedil;&atilde;o do petr&oacute;leo. N&atilde;o por acaso, em tempos de aquecimento da ind&uacute;stria de &oacute;leo e g&aacute;s, essa carreira tamb&eacute;m fica em alta.</p>

Desde a perfuração dos poços de petróleo até o trabalho nas refinarias, as funções dos químicos se dividem em elaborar fluídos para estabilizar as condições da perfuração, criar meios para tratar o petróleo durante a produção até acompanhar todos os procedimentos de refinamento do produto final.

“Além disso, é o químico que orienta e desenvolve métodos para análise do petróleo”, diz Aerenton Bueno, químico do petróleo e consultor técnico da Revap/Petrobras. “É possível também trabalhar com pesquisa desenvolvendo métodos para extração em águas profundas ou novos produtos”.

Antes de assumir o posto, os químicos recém-chegados à Petrobras passam por um curso de um ano de especialização em petróleo. “Depois disso, o caminho é se aprimorar com um mestrado ou doutorado”, afirma Bueno que fez sua pós-graduação na Unicamp.

Na Transpetro, que está com um concurso público em aberto, um químico de petróleo júnior tem salário inicial é de 6.056,30 reais. Veja outras carreiras em alta com a exploração do pré-sal.