10 coisas que você precisa saber se quiser trabalhar na Netshoes

Veja a seguir 10 práticas que fazem parte da rotina dos funcionários da Netshoes

Nos últimos nove anos, o Grupo Netshoes multiplicou seu quadro por 20, saltando de 90 para 2 000 funcionários, e iniciou atividades na Argentina e no México. Em 2015, faturou 2 bilhões de reais e se transformou em grupo, o que ocorreu meses depois do lançamento da Zattini, e-commerce voltado para moda. “Avaliamos as competências comportamentais acima das técnicas. Buscamos pessoas com olhar do dono e que tenham resiliência para acompanhar a agilidade das nossas entregas”, diz Sergio Povoa, diretor de recursos humanos do Grupo Netshoes.

1. Ritmo acelerado  

 A cultura de startup ainda está presente, o que faz com que os projetos sejam colocados em prática de forma acelerada para dar resultados logo — ou para serem repensados. Isso pode trazer pressão e, muitas vezes, excesso de tarefas. 

2. Autonomia nos processos 

A empresa não tem uma estrutura rígida e processos padronizados. Tomadas de decisão podem ser feitas por funcionários de diversos níveis. Embora traga autonomia e menos burocracia, a falta de normas dificulta um pouco a gestão.  

3. Ambiente informal

O escritório não tem portas e é comum ver o CEO, Marcio Kumruian, andando pelos corredores de calça jeans e tênis. O ambiente é jovem e informal. A linha entre vida pessoal e profissional, entretanto, pode ficar um pouco tênue.  

4. Líder do segmento

À frente entre as companhias de e-commerce e com mais de 40 prêmios nos últimos três anos, a Netshoes é uma empresa de vanguarda. Isso dá aos profissionais liberdade para inovar e pontos positivos no currículo. 

5. Incentivo ao esporte   

A valorização do esporte é sentida no dia a dia. Há programas de incentivo às atividades físicas com apoio de personal trainers e o Mobike, um bicicletário com mais de 20 bicicletas à disposição dos empregados. 

6. Flexibilidade, mas nem tanto

O funcionário consegue fazer sua jornada de acordo com suas demandas. O home office, porém, não é estruturado e deve ser alinhado com os gestores caso a caso.  

7. Olho do dono

Marcio Kumruian está presente em todos os processos e não é raro que o reconhecimento aos colaboradores venha diretamente dele. O que é bom por um lado pode, às vezes, prejudicar. Afinal, as decisões podem ser baseadas somente nos critérios do presidente. 

8. Feedback desestruturado   

A empresa não possui um programa de avaliações estruturado e os feedbacks ocorrem informalmente — e são dados, inclusive, pelos colegas, que podem endossar qualidades de outros funcionários na intranet. No LoveMondays, alguns colaboradores comentam que sentem falta de algo mais padronizado.  

9. Salário agressivo     

Embora ofereça salários acima da média, os benefícios não são muito diferentes dos praticados por outras empresas — e não há flexibilidade para montar o próprio pacote.  

10. Meritocracia real 

A empresa recompensa, de fato, os funcionários que entregam resultados. Pelo ritmo de expansão da companhia e pelas diferentes operações, é possível crescer lateralmente e ter um bom trânsito entre as áreas.  

Esta matéria foi publicada originalmente na edição 216 da revista Você S/A e pode conter informações desatualizadas

Você S/A | Edição 216 | Julho de 2016 

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