Votação na quarta; Maranhão estreia…

Segunda-feira 9

– Leitura do relatório da Comissão do Impeachment no plenário do Senado.

– A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá aprovar o parecer do Conselho de Ética da Casa que recomenda a perda do mandato de Delcídio do Amaral por quebra de decoro parlamentar, atestando a constitucionalidade do processo.

Terça-feira 10

– Votação no plenário do Senado sobre a cassação do mandato do senador Delcídio do Amaral.

– O líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino, perguntará ao vice-presidente Waldir Maranhão, na sessão plenário, se há vacância no cargo da presidência. Com isso, a oposição poderá recorrer à Comissão de Constituição e Justiça para analisar sua posição e, em última análise, ao Supremo Tribunal Federal para questionar a decisão e pedir novas eleições.

– Dilma Rousseff deve fazer seu último ato público antes da votação do impeachment na abertura da 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, em Brasília.

– Deve ocorrer a primeira votação no Plenário da Câmara sob comando de Waldir Maranhão. A Casa pode votar a Medida Provisória 712/16, que define ações de combate ao mosquito transmissor do zika vírus e da dengue

Quarta-feira 11

– Votação no plenário do Senado do relatório do senador Antonio Anastasia que prevê o afastamento temporário da presidente Dilma Rousseff de suas funções. São necessários 41 votos para impedi-la temporariamente.

– Depoimento de Reginaldo Oscar de Castro, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como testemunha de defesa no processo contra o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no Conselho de Ética.

– São esperadas exonerações no Diário Oficial da União de secretários de ministros, entre eles José Eduadrdo Cardozo, que deve se dedicar à defesa de Dilma.

Quinta-feira 12

– A Frente Brasil Popular espera reunir 10.000 pessoas em frente ao Palácio do Planalto em manifestação a favor de Dilma Rousseff.

– O presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, passa a presidir o processo de impeachment de Dilma no Senado.