Os detalhes da intervenção, enfim, serão divulgados

ÀS SETE - Braga Netto deve anunciar medidas em três frentes: valorização de polícias, fortalecimento das corregedorias e maior investimento em inteligência

Os detalhes da intervenção federal no Rio de Janeiro devem enfim ser conhecidos nesta terça-feira, quando o general Braga Netto, responsável pela operação, divulgar detalhes do plano de segurança para o estado.

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Segundo o RJTV, da TV Globo, o general deve anunciar principalmente medidas em três frentes: valorização de polícias (com a nomeação de novos chefes e comandantes escolhidos dentro das corporações), fortalecimento das corregedorias (para combater a corrupção) e maior investimento em inteligência (área que hoje consome apenas 0,00003% do orçamento da segurança).

Braga Netto também deve apresentar o novo secretário de Segurança Pública, o general Richard Fernandez Nunez e o chefe do gabinete de intervenção, general Mauro Sinott.

Nos últimos dez dias, o general e seus assessores se dedicaram a analisar dados de segurança do estado, que viu um aumento de 40% no número de homicidios e de 24% no de assaltos em 2017, com a criação de um novo mapa de ocorrências. São essas áreas mais visadas pelos criminosos que devem ganhar prioridade.

O monitoramento de vias de transporte de armas e drogas também deve ganhar pioridade. Ontem, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu nesta segunda-feira um homem com 12 fuzis, 33 pistolas e 40.000 munições em Seropédica, na Baixada Fluminense. As armas vinham de Foz do Iguaçu, no Paraná, e seriam levadas para o Complexo da Maré, na zona norte do Rio.

A expectativa é que Braga Netto também dê detalhes que ajudem a elucidar dois dos pontos polêmicos da intervenção. O primeiro é a forma de atuação do exército.

Ontem, a Ordem dos Advogados do brasil enviou um ofício ao interventor pedindo explicações sobre os critérios utilizados para o fichamento de moradores em favelas.

Os detalhes divulgados por Braga Netto também devem ajudar a responder as dúvidas sobre quanto custará a intervenção, e quem pagará por ela. Nem o Estado do Rio, nem o governo federal, têm recursos de sobra para bancar a operação.

Os detalhes da intervenção, enfim, serão divulgados

Os detalhes da intervenção federal no Rio de Janeiro devem enfim ser conhecidos nesta terça-feira, quando o general Braga Netto, responsável pela operação, divulgar detalhes do plano de segurança para o estado.

Segundo o RJTV, da TV Globo, o general deve anunciar principalmente medidas em três frentes: valorização de polícias (com a nomeação de novos chefes e comandantes escolhidos dentro das corporações), fortalecimento das corregedorias (para combater a corrupção) e maior investimento em inteligência (área que hoje consome apenas 0,00003% do orçcamento da segurança). Braga Netto também deve apresentar o novo secretário de Segurança Pública, o general Richard Fernandez Nunez e o chefe do gabinete de intervenção, general Mauro Sinott.

Nos últimos dez dias, o general e seus assessores se dedicaram a analisar dados de segurança do estado, que viu um aumento de 40% no número de homicidios e de 24% no de assaltos em 2017, com a criação de um novo mapa de ocorrências. São essas áreas mais visadas pelos criminosos que devem ganhar prioridade.

O monitoramento de vias de transporte de armas e drogas também deve ganhar pioridade. Ontem, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu nesta segunda-feira um homem com 12 fuzis, 33 pistolas e 40.000 munições em Seropédica, na Baixada Fluminense. As armas vinham de Foz do Iguaçu, no Paraná, e seriam levadas para o Complexo da Maré, na zona norte do Rio.

A expectativa é que Braga Netto também dê detalhes que ajudem a elucidar dois dos pontos polêmicos da intervenção. O primeiro é a forma de atuação do exército. Ontem, a Ordem dos Advogados do brasil enviou um ofício ao interventor pedindo explicações sobre os critérios utilizados para o fichamento de moradores em favelas. Os detalhes divulgados por Braga Netto também devem ajudar a responder as dúvidas sobre quanto custará a intervenção, e quem pagará por ela. Nem o Estado do Rio, nem o governo federal, têm recursos de sobra para bancar a operação.