Onyx, Moro e Guedes se reúnem no gabinete de transição em Brasília

Na manhã de hoje (7), ocorre reunião inaugural do grupo de transição do governo de Jair Bolsonaro

Os futuros ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Sergio Moro (Justiça) e Paulo Guedes (Economia), nomes já confirmados no governo eleito Jair Bolsonaro, estão reunidos no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), a 8 quilômetros da Esplanada dos Ministérios. Na manhã de hoje (7), ocorre reunião inaugural do grupo de transição.

Técnicos que apoiarão a equipe do futuro governo chegaram ao local mais cedo. O economista Paulo Guedes, que deverá assumir o superministério da Economia (Fazenda, do Planejamento e Indústria e Comércio), foi o primeiro, por volta das 8h45.

Guedes tem se empenhado em buscar a aprovação de pontos da reforma previdenciária ainda este ano para aprofundar as mudanças na lei a partir de 2019, quando Bolsonaro assume o comando do país.

Ao longo do dia, Guedes deve obter mais informações sobre a atual situação administrativa e política para ter ideia do que é possível avançar no texto.

De forma semelhante, Moro deve iniciar os diagnósticos para colocar em prática a meta de estender o trabalho de combate à corrupção para dentro da máquina pública. Ele assumirá o superministério da Justiça.

Na Justiça, ficarão Justiça e Segurança, por exemplo. Ainda há especulações sobre a integração de órgãos ligados à Receita Federal.

Já nomeado ministro extraordinário, Onyx foi o último a chegar ao encontro e prometeu repassar mais informações ao final da reunião que não tem horário previsto para terminar. Futuro ministro da Casa Civil e coordenador dos trabalhos de transição do atual para o próximo governo, ele tem conduzido a articulação política da equipe de Bolsonaro desde a campanha do capitão da reserva.

A expectativa é que o próprio presidente eleito participe das atividades no CCBB no início da tarde de hoje. O local, que já está sob forte esquema de segurança, com equipes da Força Nacional, deve receber mais reforços para a chegada de Bolsonaro. O gabinete provisório funciona até dezembro deste ano.