Marisa internada; Moro no STF?…

Marisa internada

A ex-primeira-dama Marisa Letícia, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi internada na tarde desta terça-feira em São Paulo com suspeita de AVC. Marisa sentiu-se mal em casa e foi para o pronto-socorro em São Bernardo do Campo, sendo levada de lá para o hospital Sírio Libanês. A ex-primeira-dama chegou ao hospital consciente e não há informações oficiais sobre a gravidade do caso. Ela passou por uma intervenção cirúrgica para estancar o sangramento no cérebro.

Mais rápido

A Justiça de São Paulo derrubou a liminar que proibia o aumento da velocidade das marginais Tietê e Pinheiros, na capital. Uma das promessas de campanha do prefeito João Doria, o aumento havia sido impedido por uma decisão provisória. A partir desta quarta-feira, a velocidade na parte central das marginais volta a ser de 90 km/h. A desembargadora Flora Maria Nesi Tossi Silva, da 13ª Câmara de Direito Público, entendeu que o aumento da velocidade não é um retrocesso social nem eleva o risco de morte nas vias, conforme alegava a Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo. A desembargadora afirmou, na decisão, que o aumento faz parte do programa Marginal Segura, que inclui sinalização nas vias, ações educativas, fiscalização e medidas para garantir atendimento rápido a usuários das marginais.

Moro no STF

Deputados Federais do Paraná estão se articulando para pedir a indicação do juiz Sergio Moro para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal com a morte de Teori Zavascki. Liderado por Toninho Wandscheer (Pros), o movimento quer colher a assinatura dos 30 representantes do estado pedindo Moro no Supremo. O juiz sairia da vara que julga a Lava-Jato, em Curitiba, e também não poderia julgar o caso no Supremo, por já ter estado envolvido com a causa na primeira instância. Wandscheer minimizou o caso e disse que o ministro não vai para o Supremo por uma causa, mas para um mandato. O favorito para o cargo é o jurista Ives Gandra Martins Filho.

Polícia ocupa Alcaçuz

A Tropa de Choque e o Grupo de Operações Especiais da polícia do Rio Grande do Norte usou bombas para conseguir ocupar todos os pavilhões da Penitenciária de Alcaçuz, em Natal, que estava em rebelião desde o sábado 14. Depois de ocupar as alas, os policiais começaram uma revista minuciosa em todos os pavilhões. A presença dos militares deve facilitar a colocação dos contêineres que serão usados como um muro para dividir as duas facções presentes no local. O governo do Rio Grande do Norte divulgou que, desde o dia 14, 26 presos foram assassinados por outros detentos em Alcaçuz, mas estima-se que o número seja maior.

Detentos fogem em Bauru

Detentos do Centro de Progressão Penitenciária Professor Noé Azevedo, de Bauru (SP), iniciaram uma rebelião na manhã desta terça-feira. Foi ateado fogo no prédio da instituição e 152 presos fugiram. Até o final da tarde, 95 haviam sido recapturados. A penitenciária de Bauru funciona em regime semiaberto e tem capacidade para 1.124 pessoas, mas abriga atualmente 1.427, de acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária. O sindicato dos agentes funcionários diz que a capacidade é para 742 detentos.

Irregularidades de Dilma-Temer

Um relatório da Polícia Federal apontou irregularidades nos pagamentos feitos pela chapa Dilma-Temer durante a campanha de 2014. O documento, que foi enviado ao Tribunal Superior Eleitoral, afirma que os valores apresentados como pagamento às gráficas investigadas, na verdade, foram desviados para pessoas “físicas e jurídicas, para benefício próprio ou de terceiros”. A operação que resultou no relatório aconteceu em dezembro e o documento pode ser utilizado como base para a ação que pretende cassar a chapa vencedora nas eleições de 2014.

Problemas no Sisu

Depois de problemas técnicos, 773.341 pessoas inscreveram-se no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação. O sistema usa as notas do Enem para a seleção em universidades públicas e particulares do país. A dificuldade nas inscrições levou milhares de jovens a reclamar nas redes sociais, meio pelo qual o próprio MEC respondeu quando a situação foi normalizada. Mais de 6 milhões de pessoas prestaram o Enem.