Marina na frente; FHC diz não…

Marina na frente

A ex-senadora Marina Silva (Rede) está na frente em todos os cenários de segundo turno da eleição presidencial de 2018, segundo nova pesquisa do Datafolha. Ela ganharia a disputa com folga contra Lula (43% a 34%), Alckmin (48% a 25%) e Aécio (47% a 25%). Nas simulações de primeiro turno quem mais ganhou terreno e assumiu a dianteira foi Lula. No cenário com Aécio, ele passou de 17% para 25%; com Alckmin, passou de 17% para 26%. Mas Lula segue como o candidato com a maior rejeição – 44%, ante 30% de Aécio, 17% de Alckmin e 15% de Marina.

“Não sou candidato”

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou que não pretende se colocar como alternativa caso a crise política leve à queda do presidente Michel Temer. “Não sou candidato permanente”. FHC reconhece que seu nome tem sido aventado, mas que a hipótese de ele voltar à presidência “não é boa para o Brasil”. “Ele (Lula) que é candidato permanente”, afirmou.

Contas atrasadas

Quase a metade dos prefeitos brasileiros vão terminar seus mandatos deixando contas em atraso para os sucessores, revela o jornal Folha de S. Paulo. Deixarão o cargo, portanto, descumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal. No limite, o fato pode caracterizar crime fiscal, e levar os administradores para a prisão. Segundo a Confedereção Nacional dos Municípios, 15% dos municípios ainda vai deixar de pagar em dia o salário de dezembro.

Novo comando na Itália

O chanceler Paolo Gentiloni foi nomeado no domingo como novo primeiro-ministro da Itália. Gentiloni substitui Matteo Renzi, que renunciou ao cargo na quarta-feira depois de ter sido derrotado num referendo sobre reforma política. O novo premiê, porém, ainda precisa que o Congresso aprove os nomes que escolher para compor seu gabinete. Se não for bem sucedido, o cargo pode ficar vago mais uma vez. As eleições, marcadas para 2018, ainda podem ser antecipadas para 2017. A Itália, vale lembrar, teve 63 governos em 70 anos.

Trump: “suspeita ridícula”

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as acusações da CIA, a agência de inteligência americana, de que a Rússia interveio nas eleições são “ridículas”. A reação de Trump vem num momento em que o presidente Barack Obama e um grupo de congressistas republicanos exigem uma investigação aprofundada sobre as atividades do Kremlin na eleição americana. A polêmica enfraquece a chance de Rex Tillerson, presidente da petroleira Exxon Mobil, ser escolhido como novo secretário de Estado em virtude de seus fortes vínculos com Moscou.