Greve em BH afeta serviços, mas não há registro de confronto

Sob muita chuva, cerca de 100 mil pessoas, conforme dados CUT, participaram de passeata entre a Praça da Estação e a Praça Sete, ambas o centro da capital

Belo Horizonte – O metrô, parte do sistema de transporte por ônibus, lojas e agências bancárias da região central de Belo Horizonte, além de escolas das redes pública e particular não funcionaram nesta sexta-feira (28) na capital mineira no dia de greve geral organizado por centrais sindicais e movimentos sociais em todo o País.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou bloqueios em 23 trechos de sete estradas que cortam o estado.

A maior parte das interrupções (6) ocorreu na BR-116, a chamada Rio-Bahia, nos municípios de Manhuaçu (Zona da Mata), Governador Valadares, Frei Inocêncio e Alpercata (Vale do Rio Doce), Teófilo Otoni (Vale do Mucuri), e Itaobim (Vale do Jequitinhonha).

Os trechos foram liberados ao longo do dia.

Também foram registradas interrupções do tráfego em cinco trechos da BR-040.

Dois no sentido Belo Horizonte/Brasília e três em pontos entre a capital mineira e o Rio de Janeiro.

Houve ainda paralisação no tráfego na MG-010, que liga Belo Horizonte ao aeroporto de Confins.

O terminal, no entanto, operou normalmente ao longo do dia.

Sob muita chuva, cerca de 100 mil pessoas, conforme dados da Central Única dos Trabalhadores em Minas Gerais (CUT-MG), participaram de passeata entre a Praça da Estação e a Praça Sete, ambas na Região Central da capital.

Houve ainda paralisações e manifestações em cidades do interior de Minas Gerais, como Juiz de Fora (Zona da Mata) e Montes Claros (Norte), Uberlândia e Uberaba, ambos no Triângulo Mineiro.