Curtas – uma seleção do mais importante no Brasil e no mundo

Flávio: erro foi ‘confiar no Queiroz’; Trump ataca China de novo; Suécia quer Assange...

‘Meu erro talvez tenha sido confiar no Queiroz’
O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) disse em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada neste domingo, 12, que a investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro quebrou seu sigilo bancário de forma ilegal e deve ser arquivada. Flávio disse não saber onde Queiroz está e lamentou ter confiado nele, mas negou qualquer participação em irregularidades. “Ele tinha a minha confiança, mas está comprovado que não era merecedor dela. O Queiroz tinha muita autonomia dentro do gabinete para escolher as pessoas, principalmente as equipes que eu chamo de equipe de rua. Ele que geria isso tudo. Talvez tenha sido meu erro confiar demais nele”, acrescentou. Fabrício Queiroz é investigado porque o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) detectou movimentação de 1,2 milhão de reais em sua conta bancária entre 20016 e 2017, em período em que Queiroz atuava como assessor de Flávio Bolsonaro, então deputado estadual.

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Moro no STF?
O presidente Jair Bolsonaro disse no domingo, 12, que, “na primeira vaga que tiver” no Supremo Tribunal Federal (STF), planeja indicar o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. “Se Deus quiser, cumpriremos esse compromisso”, disse, em entrevista à Rádio Bandeirantes. Bolsonaro disse acreditar que Moro seria um “grande aliado da sociedade brasileira dentro do STF”. Bolsonaro disse ainda esperar que o pacote anticrime apresentado por Moro ao Congresso seja aprovado, mas disse que “a bola está com Rodrigo Maia”, presidente da Câmara.

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Não tem tsunami
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse à GloboNews no domingo, 12, que, ao contrário do que disse o presidente Jair Bolsonaro na semana passada, não haverá um tsunami no governo nos próximos dias. “Não tem tsunami nenhum (…). As pessoas falam muitas coisas para o presidente, ele ficou preocupado.”

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PSL: depois de Datena, Silvio Santos e Gentili
O PSL, agora comandado pelo filho do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, espera atrair nomes como os apresentadores Silvio Santos e Danilo Gentili aos quadros da legenda, como informa a Folha de S.Paulo. Na sexta-feira 10, parte da bancada do PSL se reuniu com o também apresentador Datena. Eduardo Bolsonaro postou uma foto do encontro em suas redes sociais e disse torcer para que “uma pessoa reconhecida pela defesa da segurança pública venha e enaltecer os quadros do PSL-SP”.

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Trump volta a criticar China
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar a China no Twitter na noite deste domingo 12, indicando que o país asiático preferiria negociar com um governo do Partido Democrata. “A China está sonhando que ‘Joe Biden Sonolento’, ou qualquer um dos outros, seja eleito em 2020. Eles amam tirar vantagem da América!”, disse, se referindo ao ex-vice-presidente Joe Biden, um dos pré-candidatos democratas à eleição presidencial do ano que vem. As negociações entre os dois países para o fim da guerra comercial pioraram na última semana, após Trump afirmar que a China teria quebrado os termos do acordo que vinham negociando desde janeiro.

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Morre deputado argentino baleado
O deputado argentino Héctor Olivares, vítima de um ataque a tiros em frente ao Congresso do país na quinta-feira, 9, morreu neste domingo, 12, no hospital em razão dos ferimentos provocados pelo atentado, no qual também morreu seu assessor Miguel Yadón. A polícia deteve seis pessoas, entre elas os dois supostos agressores que estavam em um automóvel quando fizeram os disparos. As autoridades atribuem o ataque a razões pessoais, não políticas, e creem que o alvo era Yadón. Olivares era do partido conservador UCR, e contrário a temas como reeleição e aborto legal.

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Suécia quer Assange
A Justiça da Suécia disse nesta segunda-feira, 13, que vai reabrir o caso de investigação de abuso sexual supostamente cometido pelo fundador do site de vazamento de documentos WikiLeaks, Julian Assange, e pedir sua extradição do Reino Unido, onde foi preso após ter seu asilo na embaixada do Equador retirado. A investigação existe desde 2010, mas foi arquivada. Os Estados Unidos também pedem a extradição de Assange por vazamento de documentos.