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Veja as principais notícias do site EXAME: Sai a idade mínima para a Previdência; Carlos x Bebianno; o voto de Celso de Mello; e uma nova Lava Jato...

Bolsonaro define idade mínima de 65 anos para homem e 62 para mulher

Estes são os primeiros detalhes oficiais da reforma e foram divulgados logo após uma reunião de mais de duas horas no Palácio do Alvorada entre o presidente e a equipe econômica. O texto da proposta deve ser assinado por Bolsonaro na próxima quarta-feira (20), quando será apresentada ao Congresso.

Com este resultado, os investidores se animaram: A Bolsa subiu 2,25% e retomou os 98 mil pontos. 

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Já a moeda norte-americana fechou em baixa pouco antes de sair a idade mínima para a Previdência. O dólar recuou 0,34%, fechando a R$ 3,74 na venda. 

E mais: uma pesquisa da consultoria brasileira CVA Solutions, feita com 2.500 entrevistados e obtida com exclusividade por EXAME, mostra que metade da população é a favor da reforma da Previdência.


Um embate entre Carlos Bolsonaro e Bebianno joga o governo em sua pior crise até agora

Desde a semana passada, após a Folha de S.Paulo revelar uma candidata laranja no PSL, o ministro Bebianno e o filho do presidente têm se atacado. Após receber alta do hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde ficou internado por 17 dias, o presidente tomou o lado do filho na briga e desautorizou Bebianno, sugerindo até mesmo que ele pode deixar o cargo.
Bebianno afirmou que não pretende deixar o cargo e confidenciou a amigos próximos que se o presidente quiser que ele saia, terá de demiti-lo.

Agora os militares agem para estancar crise e evitar demissão de Bebianno…

Gustavo Bebianno, Jair Bolsonaro e Carlos Bolsonaro Gustavo Bebianno, Jair Bolsonaro e Carlos Bolsonaro

Gustavo Bebianno, Jair Bolsonaro e Carlos Bolsonaro (Montagem/EXAME)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Relator no STF, Celso de Mello repudia homofobia e critica “inércia” do Congresso sobre tema

O ministro do Supremo apontou omissão do Congresso em processo para discutir a discriminação contra a população LGBT.  Barroso e Cármen Lúcia chamam voto de Mello de “histórico”.

Brasília - O Supremo Tribunal Federal (STF), inicia sessão na qual será julgada a restrição ao foro privilegiado para parlamentares e ministros, em 23/11/2017 (Antônio Cruz/Agência Brasil) Ministro Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal

Ministro Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (Antônio Cruz/Agência Brasil/Agência Brasil)

Presidente da Vale diz que vai continuar na direção da mineradora

O executivo afirmou que a empresa é uma “joia brasileira” e não deve ser condenada por “acidente”.
Fábio Schvartsman chegou a ser questionado por parlamentares da bancada mineira se estaria a vontade no cargo, depois de ter dito quando assumiu a mineradora, há um ano e meio que, “Mariana nunca mais”. Ele disse se ver como “parte da solução”.

Presidente da Vale, Fábio Schvartsman Presidente da Vale, Fábio Schvartsman

Presidente da Vale, Fábio Schvartsman (Ueslei Marcelino/Reuters)

Trump vai declarar emergência para financiar muro, diz líder do Senado

O presidente norte-americano assinará o orçamento que evitará uma nova paralisação do governo e declarará estado de emergência nacional para obter as verbas necessárias para a construção do muro na fronteira com o México. A Casa Branca confirmou a medida que será tomada.
Nas últimas semanas, o próprio Trump tinha insinuado que, caso não conseguisse em acordo com o Partido Democrata no Congresso os US$ 5,7 bilhões que pretende para construir o muro, optaria por declarar o estado de emergência, que possibilitaria ao Pentágono se encarregar do projeto.

Donald Trump durante discurso ao Congresso americano Donald Trump durante discurso ao Congresso americano

Donald Trump durante discurso ao Congresso americano (Doug Mills/Reuters)

E no Rio, uma menina de 11 anos morreu baleada com um tiro no peito

Os moradores acusaram policiais militares de atirarem na jovem e fizeram manifestações pelo bairro da Triagem, na Zona Norte.


E para finalizar, uma nova Lava Jato ameaça começar.  O ministro de Segurança Pública, Sergio Moro, e o  ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, assinaram um protocolo com o objetivo apurar indícios de corrupção e desvios no MEC – a “Lava Jato da Educação”.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro (Marcelo Camargo/Agência Brasil)