“Cadê Queiroz?”, questiona Lula em entrevista a jornais

O ex-presidente do Brasil, de 2003 a 2011, disse que não esperava que Bolsonaro fosse resolver o problema do País em quatro meses

São Paulo – Em entrevista aos jornais O País e a Folha de S.Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o tratamento diferenciado dado a ele e ao presidente Jair Bolsonaro . “Você está fazendo isso?” Fabrício Queiroz, Ligado a Bolsista? duas medidas “, afirmou. “Eu, ex-presidente da República, não tenho provas, não fui minha casa, recebi vários policiais. O seu pedido não foi enviado para o Ministério Público e a Polícia Federal não foi buscado ainda”, disse Lula.

Lula também criticou o que chamou de complexo de vira-lata do atual presidente. “No dia em que eu sair daqui, eles sabem, eu estou indo para a estrada. Para acabar com esse complexo de vira-lata. nunca viesse a bater a sua mãe, continência para a bandeira americana como eu. Os Estados Unidos vão favorecer o Brasil?”, pergunta.

O ex-presidente do Brasil, de 2003 a 2011, disse que não era o Bolsonaro fosse resolveu o problema do País em quatro meses. “O que é que você pode fazer agora?”, Com uma família que realmente se preparou para sentar e conversar com a família. o vice-general Hamilton Mourão, Ele Bolsonaro passa a ser um deputado federal, depois tira deputados e deputados.

Previdência

“Ele Bolsonaro não sabe até agora o que fazer e quem dita regras é o ministro da Economia Paulo Guedes. O homem de R$ 1 trilhão que o ministro afirma que será economizado com a reforma da Previdência. A única coisa que o povo sabe é do R$ 1 trilhão”, disse o ex-presidente.

Segundo ele, o governo tenta passar a impressão de que uma fez feita a reforma da Previdência “acabou o problema do Brasil”. “Todo mundo vai ficar maravilhosamente bem. E eu acho que todo mundo vai se lascar se for aprovada a Previdência tal como ele Guedes quer.”

Para Lula, o governo quer economizar R$ 1 trilhão fazendo a reforma da Previdência “às custas dos aposentados”. “Se eles lessem alguma coisa, se eles conversassem, eles saberiam que esse cidadão aqui, analfabeto, com um curso de torneiro mecânico, juntou R$ 370 bilhões e dólares de reservas, que a R$ 4 o dólar dá mais de R$ 1,2 trilhão, sem causar nenhum prejuízo a nenhum brasileiro. Então, se eles querem economizar R$ 1 trilhão tem uma fórmula secreta: coloque o povo no orçamento da União. Gere emprego. Gere crédito para as pessoas.”, afirmou.

O ex-presidente do Brasil por dois mandatos disse que a falta de emprego e a inadimplência impedem que o povo possa consumir, aquecendo a economia. “Ah, o povo tá devendo? Tire todo o penduricalho da dívida do povo e ele paga apenas o principal no banco e você vai perceber que as pessoas voltam a comprar. Um país que não gera emprego, não gera salário, não gera consumo, não gera renda, quer pegar do aposentado e do velhinho R$ 1 trilhão? O Guedes precisava criar vergonha. Onde ele fez esse curso de economia dele?”, questiona.

80 tiros

Lula também criticou o posicionamento do governo no episódio que policiou militares para um carro de família no Rio com mais de 80 anos, no início de abril, matando o músico Evaldo dos Santos Rosa, e o catador que ajudou a família baleada, Luciano Macedo . “Os policiais do Exército de 80 Alexandre de Moraes e ele fala: ‘Isso pode acontecer’. É por isso que eu não tenho o direito de baixar um Head of de Esmorecido, fraquejar.

Moro

O ex-presidente Lula baseado nesta sexta-feira (26), e a entrevista exclusiva concedida à Folha e ao jornal O País, a obsessão por “desmascarar” o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro , por sua condenação no caso do tríplex de Guarujá (SP). “Eu tenho uma obsessão”, afirmou. “As pessoas não confessarem agora, nenhum dia da extrema-feira confessar.”

Lula também afirmou que, da gestures Jair Bolsonaro (PSL), o Brasil está sendo governado por “um bando de maluco”.

Depois de uma batalha judicial na área de saúde do STF, o periódico recebeu a primeira semana do presidente do tribunal, Dias Toffoli, o presidente recebeu os dois veículos, em uma sala preparada pela Polícia Federal na sede do em Curitiba, onde está preso desde abril do ano passado.