Após Paralimpíada, Galeão deverá embarcar 830 cadeirantes

O número de cadeirantes chega a ser treze vezes maior do que a média registrada em um dia comum no aeroporto

Rio – Os Jogos Paralímpicos do Rio estão chegando ao fim e, com isso, o Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, terá que fazer uma operação especial para as viagens dos participantes. Serão cerca de 50 mil pessoas e 830 cadeirantes embarcando no local nesta segunda-feira, um dia após o encerramento do evento.

O número de cadeirantes chega a ser treze vezes maior do que a média registrada em um dia comum no aeroporto. Já a estimativa de Passageiros com Necessidades de Assistência Especial (PNAEs) chega a conta de aproximadamente 3,5 mil.

Cerca de 2,9 mil devem fazer o check-in em uma das 75 estações instaladas na Vila Paralímpica, facilitando o funcionamento do aeroporto e agilizando os procedimentos para embarque.

De acordo com a operadora Riogaleão, os atletas terão filas preferenciais em todos os locais e equipes capacitadas para comunicação em Libras, além de equipamentos como plataformas elevatórias.

O encerramento da Paralimpíada “é o símbolo da humanização de um setor como um todo, uma data-marco sobre os novos padrões de conforto e agilidade, com integridade e segurança, das instalações de acessibilidade dos aeroportos. É o principal progresso que alcançamos em matéria de prestação de serviços cada vez mais inclusivos”, declarou o diretor de Gestão Aeroportuária do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Paulo Henrique Possas.

Serão cerca de 4 mil atletas de 90 países voltando para casa após os Jogos no Rio. Em casa, a delegação brasileira chegou a sua melhor campanha em Paralimpíada, até o momento, ocupa a sétima colocação com 56 medalhas.