Aéreas preparam ações para minimizar impacto da greve

O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias informou que todas as ações de contingência estão sendo adotadas para minimizar o impacto na operação aérea

São Paulo – O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), em nota, informou que todas as ações de contingência estão sendo adotadas para minimizar o impacto na operação aérea e manter a normalidade do sistema diante da decisão de pilotos e comissários de entrar em greve a partir do dia 3 de fevereiro.

Conforme informou o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) mais cedo, a paralisação será realizada das 6h às 8h da manhã nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos, Santos Dumont, Galeão, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza.

Os trabalhadores do setor reivindicam reajuste salarial de 11% retroativo à data-base de 1º de dezembro de 2015.

A última proposta das empresas aéreas, negada pela assembleia, oferecia reajustes parcelados (3% em fevereiro de 2016, 2% em junho e 6% em novembro), sem serem retroativos.

Conforme o SNEA, ao longo de todo o processo de negociação, iniciado em outubro do ano passado, as empresas aéreas fizeram seis propostas que buscavam atender às condições pedidas pelas entidades sindicais, “mesmo em momento de retração econômica, queda significativa da demanda no transporte aéreo doméstico e forte aumento de custos de operação”.

Com relação à última proposta, o SNEA esclareceu que ofereceu reajuste salarial que recompõe o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de forma parcelada aos trabalhadores da aviação, além de aumento de 11% retroativos a dezembro nos benefícios como vale alimentação, vale refeição, seguro de vida e diárias nacionais.