A três anos dos Jogos do Rio, COB destaca evolução

Comitê Olímpico Brasileiro (COB) acredita estar no caminho certo para ajudar o País a bater recorde de medalhas e terminar a Olimpíada entre os 10 melhores

Rio – Em 2013, o dia 4 de agosto é apenas uma segunda-feira qualquer. Daqui a três anos, a data entrará para a história do Brasil pela cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio/2016. A três anos de receber o maior evento poliesportivo do mundo, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) acredita estar no caminho certo para ajudar o País a bater recorde de medalhas e terminar a Olimpíada entre os 10 melhores do quadro de medalhas.

Os Campeonatos Mundiais que estão sendo realizados neste ano são prova da evolução brasileira. Só em disputas olímpicas, o País já ganhou medalhas nas maratonas aquáticas (ouro e prata), vôlei de praia (prata e bronze), natação (um ouro e três bronzes) e tae kwon do (um bronze). E ainda espera por bons resultados no judô, na vela, na ginástica artística e no pentatlo moderno, entre outros.

“Surpresas positivas têm aparecido neste primeiro ano do ciclo olímpico. Estamos administrando essa preparação junto com as Confederações, principalmente em relação aos Campeonatos Mundiais, que têm demonstrado um crescimento do Brasil. Hoje temos mais atletas individuais classificados entre os 20 melhores do mundo em todas as modalidades que estarão no Rio 2016 do que tínhamos antes de Londres 2012 no mesmo momento. É uma curva crescente, que tinha que acontecer”, analisa Marcus Vinicius Freire, diretor executivo de esportes do COB.

“Estamos a pouco mais de 1.000 dias para os Jogos de 2016 e para fazer atletas medalhistas é preciso de tempo. Estamos cientes desse desafio e trabalhando arduamente para cumpri-lo”, completou ele.

Um dos trabalhos destacados pelo COB é o acompanhamento individualizado em cerca de 200 atletas, com a oferta de suporte em várias áreas, com como fisiologia, psicologia, nutrição, cinemática, biomecânica e fisioterapia. “Este é esse o caminho: investir no detalhe que faz a diferença”, completa Marcus Vinicius Freire.