Momento de reflexão e planejamento

Com a chegada de dezembro, é hora de fazer um balanço de como foi o ano e avaliar as expectativas para os próximos 12 meses

Com a chegada de dezembro, é hora de fazer um balanço de como foi o ano e avaliar as expectativas para os próximos 12 meses. Apesar de desafiador, o ano de 2017 apresentou oportunidades para empresas e profissionais e o mercado não ficou parado. O volume de contratações apresentou ligeira alta, com os salários permanecendo sem grandes variações e o mercado ainda preocupado com os cenários econômico e político.

O que esperar de 2018? As perspectivas são otimistas. Ainda que não seja possível prever o resultado, a expectativa de melhora do cenário econômico é uma unanimidade e as empresas já começam a tirar alguns projetos da gaveta, o que deve trazer um impacto positivo ao cenário de contratações.

Isso não significa, no entanto, que tudo será simples. Existe uma diferença entre o que o empregador busca e o que os candidatos têm a fornecer. E esse cenário demanda uma análise de ambos os lados.

Como se preparar?

Para os profissionais em busca de recolocação ou dispostos a fazerem movimentos na carreira, é importante realizar uma boa leitura do mercado. O que as empresas estão buscando? Quem é o candidato ideal? Quais as habilidades técnicas exigidas? E as competências comportamentais mais buscadas? Eu estou preparado?

As empresas, por outro lado, têm que ser claras e transparentes com seus objetivos, seja na hora da contratação, seja dentro de casa, visando a retenção de talentos. O que você espera do novo profissional? Qual é o perfil ideal para a função? Muitas vezes, ele não é o que tem mais experiência, mas sim o que compartilha dos interesses e valores da companhia. Dentro de casa, a preocupação deve ser com a comunicação adequada. Os colaboradores têm recebido feedbacks frequentes? Eles têm claras as expectativas da empresa com relação ao seu trabalho e entrega?

Quando as informações estão alinhadas e todos estão na mesma página, fica mais fácil construir uma equipe coesa e engajada, o que impacta diretamente a produtividade e, por consequência, os resultados da empresa.

* Fernando Mantovani é diretor geral da Robert Half

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