Gestores: vocês estão sendo observados!

Colaboradores felizes são sinônimo de motivação, empenho, produtividade e bons resultados para os negócios.

No dia 20 de março, comemora-se o Dia Internacional da Felicidade. Aqui na Robert Half acreditamos que colaboradores felizes são sinônimo de motivação, empenho, produtividade e bons resultados para os negócios. A boa notícia é que você, como gestor, pode contribuir muito para que os membros do seu grupo tenham motivos para irem trabalhar mais felizes. Eu explico.

A maioria das pessoas valoriza o fato de ter um gestor que lhes desperte admiração. Quando você se conscientizar disso e for honestamente sincero ao se colocar à disposição do desenvolvimento do grupo, como um facilitador, suas chances de ter um time que veste a camisa da empresa em respeito a você irão aumentar consideravelmente.

Para te ajudar a entender melhor o que alguns colaboradores entendem por um gestor parceiro, listei abaixo algumas das muitas definições que já ouvi dos candidatos nos meus quase 12 anos de Robert Half:

  1. “Valorizo o fato do meu chefe e eu termos uma relação de ganha-ganha”.
  2. “Ele cobra muito de mim, mas entendo que faz parte. Porém, quando estou em dificuldade, é só estender o braço que ele está ali para me ajudar”.
  3. “Ele entende as minhas dificuldades e limitações e se coloca lado a lado para me ajudar a vencer os desafios”.
  4. “Nem sempre compartilhamos da mesma opinião, mas ele está sempre aberto a ouvir e, se entender que faz sentido, defende o meu ponto de vista”.
  5. “Admiro o fato de ele ser o primeiro a aderir a todas as boas práticas que exige do grupo, seja com relação a comportamento ou processos”.
  6. “Ele é sincero e transparente. Isso é ótimo porque faz com que eu nunca tenha dúvidas sobre o que ele diz”.
  7. “Algumas atividades ele executa melhor do que eu e o inverso também é verdadeiro, mas isso não importa porque temos uma relação de parceria e não de competição”.
  8. “Não acho que ele me conte tudo, até mesmo porque tem coisas que acredito que ele não possa me contar. Mas, sei que tenho ele ao lado sempre que precisar”.
  9. “Ele tem a sensibilidade de conduzir as ações do grupo considerando o perfil de cada profissional e fazendo com que as características individuais contribuam para o todo”.
  10. “Ele manifesta a opinião dele mesmo quando seja algo que eu não quero ouvir, mas isso não me incomoda porque sei que ele valoriza quando o meu ponto de vista vai agregar valor ao trabalho”.

É claro que existem algumas habilidades indispensáveis para ser um bom líder. Mas, não basta sabê-las de cor. É preciso ter real disposição para incorporá-la ao seu perfil, sempre considerando as particularidades do seu grupo. Porém, garanto que o esforço vale à pena!

*Fernando Mantovani é diretor geral da Robert Half