Palestrantes do Fórum da Liberdade reafirmam a defesa do capitalismo como sistema

Leonardo Fração, presidente do Instituto de Estudos Empresariais, fez uma retomada histórica do capitalismo e o defendeu como “o sistema mais justo possível”. Durante sua palestra, Fração também afirmou que a palavra “social” está sendo usada para justificar intervenções que atentam contra a liberdade.   Na sequência, Hélio Beltrão – presidente fundador do Instituto Mises Brasil e fundador e membro do Conselho de Governança do Instituto Millenium – foi homenageado […] <div class="read-more"><a href="https://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/instituto-millenium/2010/04/12/palestrantes-do-forum-da-liberdade-reafirmam-a-defesa-do-capitalismo-enquanto-sistema/" class="more-link">Leia mais</a></div>

Leonardo Fração, presidente do Instituto de Estudos Empresariais, fez uma retomada histórica do capitalismo e o defendeu como “o sistema mais justo possível”. Durante sua palestra, Fração também afirmou que a palavra “social” está sendo usada para justificar intervenções que atentam contra a liberdade.
 
Na sequência, Hélio Beltrão – presidente fundador do Instituto Mises Brasil e fundador e membro do Conselho de Governança do Instituto Millenium – foi homenageado com o Prêmio Libertas 2010, conferido às personalidades que se destacam trabalhando pelas questões do livre comércio, livre iniciativa e ideais liberais. Durante sua fala, Beltrão fez uma analogia do ambiente da servidão ao ambiente do filme “Matrix”. “Fora das telas de Hollywood é mais fácil do que parece escapar da servidão. Basta ter consciência de que ninguém manda na sua vida. A tirania cessa quando deixamos de apoiar a nossa própria servidão”, disse.
 
Marcel Granier, diretor-geral e presidente do Conselho de Administração da RCTV, da Venezuela, e presidente-executivo das Empresas 1BC, recebeu o Prêmio Liberdade de Imprensa 2010, um reconhecimento aos profissionais que preconizam a liberdade de imprensa no Brasil. Em seu discurso, Granier defendeu o capitalismo enquanto sistema que garante o bem-estar das pessoas. Durante sua explanação, o presidente da RCTV não citou o governo de Hugo Chávez – aparentemente por receio de represálias, como as ocorridas com o presidente da Globovisión.

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