Brasil fica fora do ranking das 100 melhores universidades

A organização Times Higher Education divulgou um ranking com as 100 melhores universidades do mundo e o Brasil não possui nenhuma instituição na lista. A Universidade de São Paulo (USP) só apareceu na 232ª posição e representa também a América do Sul. O Brasil é o único dos BRICs a não ter nenhuma instituição de ensino superior entre as melhores. A pesquisa, realizada entre 13 mil professores,  solicitava aos acadêmicos […] <div class="read-more"><a href="https://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/instituto-millenium/2011/03/11/brasil-fica-fora-do-ranking-das-100-melhores-universidades/" class="more-link">Leia mais</a></div>

A organização Times Higher Education divulgou um ranking com as 100 melhores universidades do mundo e o Brasil não possui nenhuma instituição na lista. A Universidade de São Paulo (USP) só apareceu na 232ª posição e representa também a América do Sul.

O Brasil é o único dos BRICs a não ter nenhuma instituição de ensino superior entre as melhores.

A pesquisa, realizada entre 13 mil professores,  solicitava aos acadêmicos que destacassem o que eles acreditavam ser o mais forte das universidades para o ensino e a pesquisa em seus campos específicos. Harvard obteve 100 pontos. As outras cinco melhores classificadas foram Instituto de Tecnologia de Massachusetts; Universidade de Cambridge (Reino Unido); Universidade da Califórnia, em Berkeley; Universidade de Stanford University e Universidade de Oxford (Reino Unido).

Fonte: “O Globo” e Times Higher Education

No site do Instituto Millenium, leia o artigo do articulista Marcelo Hermes-Lima“Comparando USP e Stanford em termos de produção científica investimentos”:

“Podemos concluir que não basta disponibilizar mais verbas para pesquisa, que necessariamente isso vá refletir numa melhora nos indicadores da USP, ou de qualquer outra universidade ‘tradicional’ do Brasil. Tendo em vista que os recursos federais para a ciência mais de dobraram entre 2002 e 2009, é lamentável que o retorno em termos de qualidade e/ou inserção internacional de nossa ciência (pelo menos no caso da USP) não tenha melhorado. USP e Stanford apresentam investimentos semelhantes em pesquisa, mas há um ‘gap’ de três vezes (200%) entre elas em termos de CPA – é algo para se refletir. Acreditar que mais verba de pesquisa para a USP vá fazer as coisas melhorarem é fazer pouco caso do contribuinte, que paga por grande parte do custeio dessa universidade”.

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