Empresa do setor de energia investe em inovação aberta

Normalmente uma tecnologia emergente leva tempo para se transformar em realidade. Não somente tempo mas também talento, investimento e execução para tornar boas ideias em modelo de negócios sustentáveis. Hoje se fala muito de tecnologias vestíveis, big data, internet das coisas, e-health, nano compósitos, redes inteligentes, análise preditiva, cloud games, interfaces cérebro-máquina e tantas outras novidades que prometem revolucionar vários mercados. Mas como transformar essas tecnologias em negócios? Grandes empresas […] <div class="read-more"><a href="https://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2014/08/03/empresa-do-setor-de-energia-investe-em-inovacao-aberta/" class="more-link">Leia mais</a></div>

Normalmente uma tecnologia emergente leva tempo para se transformar em realidade. Não somente tempo mas também talento, investimento e execução para tornar boas ideias em modelo de negócios sustentáveis.

Hoje se fala muito de tecnologias vestíveis, big data, internet das coisas, e-health, nano compósitos, redes inteligentes, análise preditiva, cloud games, interfaces cérebro-máquina e tantas outras novidades que prometem revolucionar vários mercados.

Mas como transformar essas tecnologias em negócios? Grandes empresas têm alocado parte dos orçamentos de inovação no desenvolvimento interno mas também tem ampliado a busca por ideias e aplicações já criadas por terceiros.

Um exemplo é a EDP do Brasil, que acaba de lançar a 5a edição do Prêmio Inovação 2020, que esse ano visa promover o estímulo ao desenvolvimento de negócios e projetos para cidades inteligentes.

As inscrições começam dia 4 de agosto e vão até o dia 5 de outubro. A empresa está em busca de projetos em formatos de softwares, equipamentos, websites, jogos e modelos de negócio. Três projetos serão selecionados e a premiação total chega a R$ 100.000.

Maiores informações no site www.edpbr.com.br/premio e no vídeo abaixo.

Felipe Scherer