Tenistas contrariam COI e publicam fotos no Twitter

Ao todo, dez dos 16 cabeças de chave do quadro masculino e nove do feminino têm conta na rede social

Londres – Os jogadores de tênis são alguns dos usuários mais ativos do Twitter entre os atletas que disputarão so Jogos de Londres e até já publicaram fotos e situações curiosas de Wimbledon e da Vila Olímpica, contrariando as recomendações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e dos comitês olímpicos nacionais.

Ao todo, dez dos 16 cabeças de chave do quadro masculino e nove do feminino têm conta na rede social. O sérvio Novak Djokovic é o mais seguido dos Jogos, com 1,1 milhão de seguidores. O britânico Andy Murray é o segundo, com aproximadamente 1 milhão, e o americano Andy Roddick, com 991 mil, está em terceiro lugar.

Djokovic é o tenista que mais chama atenção dentre os presentes na capital britânica, onde as redes sociais são um recurso permanente de comunicação e difusão entre os atletas. No entanto, entre os homens, o mais seguido no Twitter – com 2,7 milhões – é o espanhol Rafael Nadal, que ficou de fora do evento devido a uma lesão.

A americana Serena Williams é a que mais interesse desperta entre todos os atletas da modalidade, com 2,9 milhões de seguidores. Sua irmã Vênus ocupa o segundo lugar, com cerca de 842 mil, e a indiana Sania Mirza, número 247 do ranking da WTA, é a terceira, aproximadamente 622 mil.


Atual número um do ranking entre os homens, o suíço Roger Federer não tem uma conta pessoal no Twitter, mas carrega mais de 11 milhões de fãs em sua página oficial no Facebook.

Todos eles, no entanto, ainda estão longe dos jogadores de basquete. O americano LeBron James é o esportista mais seguido entre os que participarão dos Jogos, com mais de 5,5 milhões de pessoas.

Mais de 2 mil atletas que competirão em Londres têm conta na rede social, o que confirma a proposição do presidente-executivo do Comitê Olímpico Britânico (BOA), Andy Hunt, que afirmou que Londres-2012 seriam os ”Jogos do Twitter”.

Embora a rede social já existisse durante Pequim-2008, não chegava perto da difusão e do protagonismo de agora. Cerca de 6 milhões de usuários estavam no serviço há quatro anos, muito longe dos 600 milhões atuais.