Novo iPhone pode vir com tela dividida, diz analista

Um relatório escrito pelo analista Ming-Chi Kuo informa que o próximo iPhone não terá o famoso botão home e terá tela OLED

São Paulo – O novo iPhone será apresentado apenas em setembro, mas não param de chegar rumores sobre o aparelho. A mais nova previsão é que o smartphone da Apple terá uma tela OLED de 5,8 polegadas e que apenas 5,15 polegadas serão realmente utilizáveis.

Quem fez essa afirmação foi Ming-Chi Kuo, analista da KGI Securities e conhecido por fazer previsões certeiras quando o assunto é iPhone. Segundo um relatório feito por ele e adquirido pelo site MacRumors, a parte inferior da tela será reservada para uma área de função, onde ficarão hospedados botões virtuais – um leitor de impressões digitais virtual, por exemplo.

Isso significa que a Apple pode eliminar o tradicional botão redondo, localizado na parte inferior da tela, e o sensor Touch ID do iPhone. Kuo afirma que o aparelho terá medidas semelhantes às do iPhone de 4,7 polegadas. Isso é possível com uma tela de 5,8 polegadas, pois a parte da frente do smartphone quase não terá bordas.

Imagem da tela do novo iPhone da Apple

No entanto, o analista não explica como a tela irá funcionar. Não será muito diferente da maneira como funcionam os displays de modelos com sistema Android. Nesses aparelhos, há um espaço reservado para controles diretamente na tela e que não pode ser utilizado para visualização de conteúdo.

Além do iPhone de 5,8 polegadas, Kuo acredita que a Apple também irá oferecer um modelo menor com tela LCD de 5,5 polegadas. De acordo com o MacRumors, o analista já havia dito anteriormente que os aparelhos da Apple terão corpo de vidro e poderão ser recarregados com carregadores sem fio.

Kuo ainda afirma que o novo iPhone terá uma bateria com capacidade semelhante a do iPhone 7 Plus, apesar de ter o tamanho do iPhone de 4,7 polegadas.

Para ele, o smartphone com tela OLED irá custar pouco mais de mil dólares – afinal, será o modelo de aniversário de 10 anos de lançamento do iPhone. Se isso se confirmar, podemos esperar por preços astronômicos no Brasil.