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Mulher assistindo a televisões: solução encontrada foi trocar toda a sua plataforma de IPTV
São Paulo - Lançada em 2008, a operação de IPTV da Vivo/Telefônica sobre uma rede de fibra óptica na cidade de São Paulo não conseguiu fazer com que os potenciais clientes da tele percebessem valor no serviço. O desempenho foi bem aquém do esperado.
"Tivemos menos sucesso do que a gente gostaria. Estamos no mundo IP, mas da década passada. Se oferecemos apenas IPTV, não temos diferencial e ainda temos a desvantagem da escala", admite o diretor da rede de fibra da Telefônica/Vivo, André Krigger, em entrevista à Revista TELETIME.
Segundo ele, apesar de a rede de fibra óptica da Telefônica/Vivo já cobrir 1,042 milhões de domicílios, o total de assinantes de TV via fibra é de apenas cerca de quatro mil. Já o total de clientes de banda larga na rede de fibra está na casa dos 85 mil assinantes. "Cada vez mais o cliente quer ir além da programação linear, quer vídeos, séries e filmes on demand, conteúdos OTT e interatividade", diz.
A solução encontrada pela Telefônica então foi trocar toda a sua plataforma de IPTV. "Paramos de vender TV na rede de fibra quando decidimos trocar a plataforma e há um ano estamos trabalhando para relançar o serviço de IPTV no terceiro trimestre com a plataforma Mediaroom, da Microsoft", revela Krigger.
A operadora está em testes finais da plataforma, finalizando o desenvolvimento de aplicativos. "Essa parte do desenvolvimento de aplicativos é algo novo, estamos aprendendo a fazer, mas traremos serviços e produtos inovadores, com acesso a sites de internet, redes sociais, além da integração com Xbox e possibilidade de controlar a TV com o Kinect", detalha. Vale lembrar que a Oi também planeja utilizar a mesma tecnologia e a expectativa é que seu novo serviço de IPTV seja lançado no segundo semestre do ano.
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