Aguarde...
Redes sociaisQuer uma foto linda para o Facebook? O Tratafoto faz
AnáliseGoogle Glass terá 21 milhões de unidades vendidas até 2018
ServiçosStartup aposta em entrevistas de emprego online
Pesquisa62% dos alunos de escola pública têm computador em casa
InovaçãoSupercapacitor carrega bateria de celular em segundos
Smart TVsOpera lança plataforma de anúncios para TVs conectadas
TelecomOperadoras reclamam dos valores das multas da Anatel
SmartphoneSamsung vende 10 milhões de Galaxy S4 em menos de um mês
PrivacidadeTwitter reforça segurança após recentes ataques
SetorTelebrasil quer medidas que permitam mais investimentos
São Paulo – Depois de mais de 15 anos catalogando referências em decoração e arquitetura, o arquiteto Kiko Salomão resolveu armazenar no iPhone sua biblioteca física de mais de 25 mil imagens. A organização criteriosa acabou por se tornar a primeira vitrine virtual de objetos de decoração e arquitetura de toda América Latina, o Arkpad. Lançado em 2010, quando o arquiteto se associou ao empresário Sylvio Alves de Barros Netto, fundador do WebMotors, o site recebe hoje, em média, 140 mil visitantes por mês.
O Arkpad é um espaço no qual os profissionais do setor podem navegar por fornecedores e showrooms de todo o país, em busca de ideias e produtos para seus projetos. “A ideia é ajudar a manter o arquivo de referências organizado e ainda facilitar o acesso às novidades que chegam ao país”, explica Kiko.
Como funciona
O foco do Arkpad, por ora, não é a venda os produtos, mas sim realizar a ponte entre público e fornecedores de objetos de decoração e arquitetura, que colocam seu portfólio em exposição.
Porém, antes de ser divulgado, um showroom tem todo o seu acervo analisado. O processo de curadoria é liderado pessoalmente por Kiko e realizado com o auxílio de mais três profissionais especializados.
Uma vez aprovado pela equipe, o estabelecimento pode então exibir seus produtos no site. E é desse processo que a receita que sustenta as operações do Arkpad é gerada. Para contar com um espaço na vitrine virtual não basta ter objetos de bom gosto, também é preciso pagar.
“Ainda não pretendemos entrar no e-commerce, queremos primeiro sentir quais produtos fazem sentido serem vendidos online”, pondera o arquiteto. Contudo, continua ele, ainda é difícil visualizar como seria possível vender um sofá, por exemplo, pela internet.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados