Aguarde...
Gadget Google divulga vídeo produzido com seu 'óculos do futuro'
EspaçoArmstrong, primeiro homem na Lua, concede entrevista rara
InternetFacebook poderá ter seu próprio browser
ChromeApp facilita leitura no escuro
InternetBlogueiros defendem controle social da mídia
Em um anoLeitura de emails em dispositivos móveis cresce 82,4%
EspaçoCápsula privada Dragon se acopla à Estação Espacial
XperiaSony lança seus smartphones mais avançados no Brasil
MalwareGoogle alerta sobre malware que pode deixar milhares sem internet
NASABraço robótico da ISS captura cápsula Dragon da SpaceX
Serviço terá tanto um modelo de assinatura fixa, no modelo SVOD (subscription video on-demand) quanto um modelo transacional, e não necessariamente necessitará da caixinha
São Paulo - A Telefônica/Vivo prepara para 2012 um novo produto para o mercado de vídeo. Na verdade, o produto já está em testes pré-comerciais agora, com cerca de 600 usuários. Trata-se de uma plataforma baseada em um set-top over-the-top (que funciona ligado à rede banda larga) para distribuição combinada de conteúdos não-lineares, TV digital aberta e eventualmente canais lineares.
Segundo Henrique Moraes, diretor executivo de marketing fixo da operadora, responsável pelo projeto, o serviço terá tanto um modelo de assinatura fixa, no modelo SVOD (subscription video on-demand) quanto um modelo transacional, e não necessariamente necessitará da caixinha.
"Estamos trabalhando para desenvolver a plataforma na forma de aplicativos para TVs conectadas", diz o executivo. Ele não dá detalhes sobre o teste atual, mas sabe-se que os principais provedores de conteúdos não lineares já estão envolvidos. A plataforma, explica ele, decorre do desenvolvimento realizado pela brasileira LabOne, que recentemente passou a ter como parceira a Microsoft.
A Microsoft passou a ser, então, a principal fornecedora da plataforma de distribuição de vídeo IP da Telefônica e o novo produto será baseado nessa plataforma. "Foi algo que desenvolvemos para o Brasil e que será agora adotado pela Telefônica em todo o mundo", explica Moraes.
A plataforma over-the-top (OTT) se adapta à capacidade da rede que está sendo utilizada para acessá-la. "Automaticamente, a qualidade do stream varia de alta definição para uma qualidade menor, para celulares ou redes de menor capacidade". A Telefônica não pretende restringir o acesso a esse serviço apenas aos seus assinantes banda larga.
Essa não será a primeira tentativa do grupo nessa área. Há cerca de três anos, a Telefônica havia desenvolvido uma caixa experimental chamada OnTV, mas a experiência foi descontinuada.
TV paga
Na área de TV por assinatura, o grupo comemora a marca de 500 mil usuários do serviço de DTH, mais quase 200 mil da TVA (Cabo e MMDS) e cerca de 50 mil clientes no serviço de fibra óptica, para um total de um milhão de homes-passed com a rede de fibra e outros um milhão cabeados pela rede da TVA, que agora é 100% bi-direcional.
A meta continua sendo ter, até 2015, um milhão de usuários do serviço de fibra. A empresa não dá detalhes, mas revela que em 2012 deve passar a oferecer serços de TV paga fora do Estado de São Paulo, seja pela rede de DTH, seja pelo serviço over-the-top.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação