Aguarde...
Gadget Google divulga vídeo produzido com seu 'óculos do futuro'
EspaçoArmstrong, primeiro homem na Lua, concede entrevista rara
InternetFacebook poderá ter seu próprio browser
ChromeApp facilita leitura no escuro
InternetBlogueiros defendem controle social da mídia
Em um anoLeitura de emails em dispositivos móveis cresce 82,4%
EspaçoCápsula privada Dragon se acopla à Estação Espacial
XperiaSony lança seus smartphones mais avançados no Brasil
MalwareGoogle alerta sobre malware que pode deixar milhares sem internet
NASABraço robótico da ISS captura cápsula Dragon da SpaceX
A Agência Espacial Europeia comemorou o lançamento
Kuru, Guiana Francesa - A Agência Espacial Europeia (ESA, sigla em inglês) colocou em órbita nesta sexta-feira os dois primeiros satélites do sistema de navegação Galileu, que competirão com o GPS americano a partir de 2014.
O lançamento, o primeiro de um foguete Soyuz na Guiana francesa, aconteceu às 8h30 (horário de Brasília) e foi comemorado pelos engenheiros russos e europeus, após uma falha na última fase de abastecimento dos tanques de combustível ter obrigado a adiar a decolagem da véspera.
Depois de quase 11 minutos do lançamento, o foguete entrou na fase de acesso da cápsula Fregat, que com os dois satélites de 700 quilos cada, desligou seus motores pouco depois e entrou em uma fase balística de 3 horas e 20 minutos que serviu para levá-los a órbita adequada, a 23 mil quilômetros de altitude sobre a Terra.
Após atingir esse ponto, a Fregat voltou a ligar seus motores até se estabilizar e colocar os satélites no ponto desejado, exatamente 3 horas, 49 minutos e 27 segundos depois do lançamento, completando a missão que iniciará o sistema de navegação Galileu.
Foi então que os responsáveis pela Arianespace, o consórcio espacial europeu encarregado do lançamento, deram por completa a missão de um dos projetos mais ambiciosos da história aeroespacial europeia. Nesse momento, os engenheiros romperam o silêncio com aplausos e se abraçaram para comemorar o êxito da missão.
A Comissão Europeia fará a abertura da licitação para a construção de 6 a 8 satélites que continuarão abastecendo a constelação até que em 2020 haja 30 em órbita e o projeto termine, explicou o vice-presidente da organização, Antonio Tajani, em Kuru, na Guiana Francesa.
Os membros europeus defendem as vantagens que o Galileu trará não só à gestão de transporte (aumento da segurança, agilização das operações, redução da deterioração do meio ambiente), mas também aos serviços para a agricultura, pesca, saúde, além da luta contra a imigração ilegal.
A Bélgica calcula também que a iniciativa europeia trará um retorno na 'economia real' de cerca de 90 bilhões de euros.
Após mais de 15 anos de cooperação entre a Bélgica e a Rússia e 462 milhões de euros investidos pela União Europeia (UE), a mítica nave russa decolou pela primeira vez do Centro Espacial Europeu de Kuru.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação