Aguarde...
Gadget Google divulga vídeo produzido com seu 'óculos do futuro'
EspaçoArmstrong, primeiro homem na Lua, concede entrevista rara
InternetFacebook poderá ter seu próprio browser
ChromeApp facilita leitura no escuro
InternetBlogueiros defendem controle social da mídia
Em um anoLeitura de emails em dispositivos móveis cresce 82,4%
EspaçoCápsula privada Dragon se acopla à Estação Espacial
XperiaSony lança seus smartphones mais avançados no Brasil
MalwareGoogle alerta sobre malware que pode deixar milhares sem internet
NASABraço robótico da ISS captura cápsula Dragon da SpaceX
Desenvolver aplicativos adequados para mercados emergentes é o caminho para o sucesso nessa nova economia, diz a Qualcomm
São Paulo - As pessoas olham o celular 150 vezes por dia, em média. Já existem perto de 1,5 bilhão de usuários de redes 3G e 6 bilhões de pessoas conectadas ao celular.
O mercado de mobilidade é da ordem de US$ 1,3 trilhão ao ano. Essas são algumas das razões que fazem a Qualcomm gastar cerca de US$ 3 bilhões em pesquisa e desenvolvimento.
Sendo o keynote speaker do CES 2012 designado a falar de mobilidade, Paul Jacobs, o CEO da empresa, disse que já vendeu mais de 7 bilhões de chips para dispositivos móveis, e que aposta agora que sua nova geração de chips Snapdragon equipará não apenas smartphones e tablets, mas também celulares de menor custo e dispositivos domésticos, como TVs.
Aliás, é o processador Snapdragon de 1,5 GHz que equipa a primeira TV com Android no mercado, mostrada pela Lenovo na CES deste ano e voltada, por enquanto, ao mercado chinês.
A mensagem de Jacobs foi sobre a importância de mercados emergentes na economia da mobilidade. Até 2015, diz ele, metade dos smartphones será despachada para países como China, Índia e Brasil.
Desenvolver aplicativos adequados para esses mercados, ajudar no desenvolvimento desses países e promover a inovação é o caminho para o sucesso nessa nova economia, diz a Qualcomm.
Aproveitando a palestra de Jacobs, Stephen Elop, CEO da Nokia, subiu ao palco para reforçar que a Nokia está empenhada em não só retomar espaço no mercado de smartphones com a parceria com a Microsoft e o sistema operacional Windows Phone como, também, em usar a sua força em mercados emergentes, onde ainda domina o mercado de celulares de baixa e média gama, para levar Internet a esses consumidores, sobretudo em mercados emergentes.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação