Aguarde...
Rumores Apple pode abandonar design do iOS concebido por Steve Jobs
TIC EducaçãoCresce presença de computadores portáteis na escola pública
ConsoleAnúncio do Xbox One, da Microsoft, aumenta vendas do Wii U
CompetiçãoRobôs se preparam para Copa do Mundo futurista
Orgulho 10 novos games sci-fi para jogar no Dia da Toalha
Inovação Vem aí o Fairphone, o smartphone politicamente correto
GamesFIFA 14 será lançado em setembro
EspaçoNASA prevê empreendimentos comerciais humanos na lua
ServiçosGoogle Drive ganha nova interface no Android
GovernoHackers do Irã atacam sites de empresas de energia dos EUA
IBM: chips poderão prolongar a vida humana e melhorar a saúde de pacientes
São Paulo - Médico e Ph.D. em Ciências da Computação, o cientista-chefe da divisão de pesquisa e desenvolvimento da IBM no Brasil, Fábio Gandour, diz que o uso intensivo de chips nas roupas, mobiliários e até no banheiro vai gerar informações suficientes para que cada pessoa possa monitorar em detalhes o funcionamento de sua saúde.
Após acompanhar as Olimpíadas de Londres, na Inglaterra, e ver as inovações das delegações esportivas, Gandour afirma que nos próximos quatro anos será possível ver uma transformação radical do método de treinamento de atletas de alta performance e monitoramento da saúde de pacientes por meio do uso de chips no corpo humano.
Como o uso de sensores poderá influenciar o esporte e a saúde das pessoas?
O uso de chips que medem deslocamento, velocidade, temperatura e até o volume de líquido perdido por um esportista poderão gerar dados, em tempo real, para análise das comissões técnicas. Na prática, o treinador poderá ver por meio de informações geradas por uma pulseira ou um tênis com sensores quais atletas estão mais desgastados, quem está se esforçando menos e usar isso para tomar decisões táticas, como uma substituição ou mudança de estratégia num jogo. Já para a pessoa comum, esses chips permitirão um cuidado mais detalhado de seus treinamentos e até uma troca mais intensa de informações com seu professor ou orientador. Um médico poderá, por exemplo, receber os dados de um paciente em seu celular e recomendar um ajuste na atividade física, por exemplo.
Será possível fazer exames de sangue e urina sem ir a um laboratório?
No caso de uma coleta de sangue, ainda estamos distantes de automatizar isso, mas para o exame de urina isso é totalmente possível. Nós podemos criar, por exemplo, um vaso sanitário com chips capazes de medir o volume de urina expelido por uma pessoa e até analisar a qualidade daquela urina, identificando se ela está rica em determinada substância e pobre em outra. O vaso inteligente poderia, por exemplo, reconhecer as pessoas em função de sua altura ou peso. Assim, numa casa, um vaso usado por 4 pessoas, por exemplo, conseguiria registrar exatamente qual resíduo é de cada usuário e enviar relatórios para serviços de computação em nuvem.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados