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São Paulo - Com o N9, a Nokia inaugurou um novo padrão de qualidade para seus aparelhos topo de linha. Construído em um corpo de policarbonato de peça única, o aparelho oferece resistência e uma empunhadura agradável. O resultado deu tão certo que foi repetido no primeiro aparelho com Windows Phone, o Lumia 800. Com o Lumia 900, praticamente uma versão ampliada do antecessor, os pontos fortes - e também alguns fracos - foram mantidos.
É preciso destacar logo de início que, assim como os outros modelos da linha Lumia, esse aparelho não será atualizado para o Windows Phone 8. A versão 7.8 do sistema, que ainda será liberada, deve deixar o aparelho em um estranho limbo.
Mesmo com promessas da Microsoft e Nokia em manter o Lumia 900 interessante após o lançamento do novo sistema, os esforços das empresas devem ser direcionados à nova linha, que será demonstrada em setembro. Mesmo assim, há um tempo considerável para que o Windows Phone 8 seja uma realidade comercial, mantendo o aparelho viável, já que seu hardware tem bastante a oferecer.
O processador de um só núcleo de 1,4 GHz tem força suficiente para lidar com o sistema sem nenhum engasgo. A tela de 4,3 polegadas trabalha com a mesma resolução do modelo anterior. São 480 por 800 pixels e, mesmo com uma densidade menor de pixels, a tela do Lumia 900 é mais agradável que a de seu antecessor. Em raras ocasiões, como em alguns menus ou ícones, é possível enxergar um leve serrilhado, mas nada que possa causar um grande incômodo.
Um grande destaque desse aparelho em relação aos concorrentes é o suporte às redes LTE (4G) e HSPA+ (3,5 G). Mesmo que as redes LTE ainda não funcionem no Brasil, quando isso ocorrer o aparelho já estará preparado. Ele também traz o pacote básico dos smartphones topo de linha: Wi-Fi, Bluetooth e GPS (com A-GPS).
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