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O 4G, através da tecnologia LTE (Long Term Evolution), terá uma participação pequena este ano
São Paulo - Ao fim de 2012, a América Latina deve alcançar a marca de 690 milhões de linhas celulares em serviço, o que representará um crescimento de 12% em comparação com o terceiro trimestre do ano passado, quando eram 615 milhões.
O maior crescimento será em terminais com 3G nas tecnologias WCDMA, HSPA e HSPA+, que juntas somarão 118 milhões de linhas, praticamente o dobro do que havia ao fim de outubro de 2011, quando eram 62 milhões, e próximo de representar 20% do total. As projeções são do diretor para América Latina do 4G Américas, Erasmo Rojas.
O 4G, por sua vez, através da tecnologia LTE (Long Term Evolution), terá uma participação pequena este ano, pois as redes estão começando a ser lançadas na região. "Contaremos o LTE a conta-gotas este ano. Acredito que essa tecnologia possa atingir até 300 mil assinantes em dezembro, somando as operações na Colômbia, Porto Rico e Uruguai", disse Rojas.
O executivo reconhece que há uma divisão do continente na escolha das freqüências para 4G e que isso pode encarecer os terminais e atrapalhar o roaming internacional no futuro. Rojas entende que nos primeiros anos haverá basicamente dois blocos de países na América Latina no que se refere à freqüência adotada para 4G: um com 2,5 GHz e outro com 1,7 GHz/2,1 GHz. Brasil, Chile e Colômbia, por exemplo, estão comprometidos com a faixa de 2,5 GHz, enquanto México e Uruguai preferiram a segunda opção. Existe ainda a possibilidade de as teles brasileiras adotarem para o 4G as faixas que hoje são usadas para o 2G, como 850 MHz e 1.800 MHz.
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