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A China obriga os operadores de internet a bloquearem palavras e imagens que o partido vigente considere inaceitável.
Xangai - O maior mecanismo mundial de buscas em rede está em um impasse há dois meses com Pequim sobre as restrições na internet e o Google alega que ele e outras empresas foram atacados por hackers na China.
O CEO da empresa, Eric Schmidt, disse na semana passada que espera anunciar em breve um resultado das negociações com os representantes chineses sobre a oferta de um mecanismo de busca sem censura para um país com 384 milhões de usuários de internet.
Muitos especialistas têm duvidado que o Partido Comunista Chinês se comprometerá com a censura e no fim de semana o Financial Times afirmou que as conversas chegaram a um impasse crítico e que é "99,9% certo" que feche seu site no país, o google.cn.
Um representante do Google disse hoje que as conversas com as autoridades chinesas não terminaram, mas acrescentou que a empresa está irredutível sobre não aceitar a auto-censura.
"Deixamos bem claro que não iremos mais auto-censurar nossos resultados de busca", disse o representante, sob condição de anonimato devido à política da empresa.
A China obriga os operadores de internet a bloquearem palavras e imagens que o partido vigente considere inaceitável.
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