Aguarde...
InovaçãoSupercapacitor carrega bateria de celular em segundos
Smart TVsOpera lança plataforma de anúncios para TVs conectadas
TelecomOperadoras reclamam dos valores das multas da Anatel
SmartphoneSamsung vende 10 milhões de Galaxy S4 em menos de um mês
PrivacidadeTwitter reforça segurança após recentes ataques
SetorTelebrasil quer medidas que permitam mais investimentos
TelecomunicaçõesEmpresas estão cumprindo metas de 4G, diz sindicato
AnatelOperadoras de banda larga dispensarão provedores de Internet
PesquisaCrianças arriscam-se demais na internet, aponta estudo
JogoGame mais popular do mundo, Candy Crush vira febre no Brasil
Imagem de reprodução do game Angry Kremlins: o jogo, disponível neste site, já foi acessado mais de 50.000 vezes, principalmente na Rússia
Tallin - Uma versão anti-Kremlin do famoso game "Angry Birds" foi criada por um estoniano para protestar contra a condenação a dois anos de prisão das três integrantes do grupo punk russo Pussy Riot, opositoras do presidente russo, Vladimir Putin.
Magnus Vulp, criador do game "Angry Kremlins", afirmou que queria chamar a atenção para o destino das três cantoras, cuja condenação em Moscou ocasionou uma onda de protestos em todo o mundo.
Em sua paródia do "Angry Birds", o game mais famoso do mundo para smartphones, Vulp convida os jogadores a disparar contra rebeldes, que se parecem com as Pussy Riot, com projéteis com a forma da cabeça de Putin e do patriarca ortodoxo russo Kiril.
O jogo, disponível neste site, já foi acessado mais de 50.000 vezes, principalmente na Rússia e nos três países bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia), ex-repúblicas soviéticas que mantêm relações tensas com Moscou.
Um tribunal de Moscou condenou na sexta-feira passada a dois anos de prisão as três integrantes do grupo de punk rock Pussy Riot, que enfureceram o Kremlin e atraíram as atenções do mundo todo por fazer uma "oração" ridicularizando o presidente Vladimir Putin na principal igreja da Rússia.
Maria Alyokhina, Nadezhda Tolokonnikova e Yekaterina Samutsevich foram acusadas de "vandalismo motivado por ódio religioso" por sua performance do dia 21 de fevereiro.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados