São Paulo - Um dos maiores mercados mundiais de armas está no Facebook. Com 1,6 bilhão de visitas mensais, a rede social é também uma poderosa ferramenta de e-commerce para vendedores de armas não-licenciados.

Desde que o presidente Obama, prometeu endurecer leis que regem vendas de armas sem licença, vendedores prometeram recorrer a transações via suas páginas no Facebook. E é justamente contra eles, que Mark Zuckerberg vai agir, segundo reportagem publicada pelo jornal The New York Times. A falta de verificação de antecedentes criminais é um dos principais problemas.

A proibição de venda de armas não deverá atingir páginas de vendedores licenciados ou de clubes de tiro, será voltada aos vendedores particulares e deve se estender ao serviço de compartilhamento de fotos, o Instagram. Vendas já banidas de produtos incluem maconha, farmacêuticos e, claro, drogas ilegais.

A fiscalização das novas regras terá o apoio dos próprios usuários, segundo a empresa que também vai receber relatórios de usuários com denúncias sobre mensagens no serviço Facebook Messenger já que o teor das mensagens não é analisado, segundo informa a reportagem.

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