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Tablets | 11/04/2011 15:56

Empresas usam o iPad para encantar os clientes

Empresas como Cyrela, Eurofarma, EMS e Di Valentini descobrem que o tablet da Apple pode ser uma excelente ferramenta de vendas

Felipe Maia, de

Reprodução

O tablet iPad, da Apple

Para muitas empresas, o iPad substituiu os catálogos de produtos em papel e virou uma eficaz ferramenta de vendas

São Paulo — Quando visita um cliente, a representante comercial Ana Kátia Sobrinho não carrega embaixo do braço mostruários ou catálogos de sapatos. Sua nova ferramenta de trabalho está guardada dentro da bolsa. Para apresentar seu portfólio de produtos, ela saca um iPad e, com os dedos, passa as imagens dos diferentes modelos e cores disponíveis.

No início do ano, a fabricante de calçados Di Valentini comprou 16 tablets para sua equipe de vendas. O resultado foi imediato. A empresa aumentou sua receita em 18%. A Di Valentini não é a única a se aproveitar dos recursos oferecidos pelo aparelho no dia a dia dos negócios. De acordo com a consultoria IDC Brasil, as empresas brasileiras devem comprar até 120 mil tablets até o final deste ano. É o equivalente a 40% das vendas totais de tablets projetadas para o mercado nacional.

A Xerox Brasil já conhece, há algum tempo, os benefícios de usar o iPad no dia a dia dos negócios. Um dos primeiros funcionários da empresa a adotar o tablet da Apple foi o CEO da Xerox, Villy Fine. Ele passou a usar a primeira versão do aparelho para acessar email e arquivos em julho de 2010, apenas três meses depois da sua chegada ao mercado americano. Fine percebeu que poderia economizar minutos preciosos do expediente usando o iPad para realizar algumas tarefas. “O iPad baixa meus emails em dois minutos", afirmou Fine. “Antes, esperava mais dez vezes mais até meu Outlook sincronizar-se com o servidor".

Com a carta branca do presidente, cinco diretores resolveram adotar o aparelho. O diretor de comunicação Rafael Veras é um deles. “O iPad tem uma função intermediária, para os momentos em que você não tem tempo para abrir o notebook e precisa de um nível de profundidade maior que o do smartphone”, diz Veras.

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