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São Paulo — As armas químicas de destruição em massa supostamente estocadas na Síria viraram motivo de preocupação no mundo todo. Há poucos dias, um porta-voz do presidente sírio Bashar al-Assad admitiu que o país possui essas armas ao afirmar que só as utilizaria em caso de agressão estrangeira. A ameaça de Assad pode até ser um blefe. Mas, se essas armas forem mesmo usadas num ataque, podem causar sofrimento extremo e morte a milhares de pessoas.
O uso de armas químicas (assim como o de armas biológicas) foi proibido pela Convenção de Genebra, que entrou em vigor em 1928. Mesmo assim, essas armas continuaram sendo fabricadas. A Convenção de Armas Químicas, aprovada pela ONU em 1992, detalhou o cronograma para o encerramento da fabricação e a destruição dos arsenais. Esse processo está bastante adiantado.
A Síria, porém, é um dos sete países que não fazem parte dessa convenção. Segundo o site especializado Global Security, ela é, também, um dos quatro países com arsenais químicos confirmados (os outros três são Estados Unidos, Rússia e Coreia do Norte). O site estima que os sírios tenham capacidade para fabricar algumas centenas de toneladas de agentes químicos por ano.
Além disso, há poucas dúvidas de que as forças armadas do país possuam mísseis e projéteis de artilharia capazes de realizar ataques químicos. Mas não se sabe exatamente a qual arma o porta-voz de Assad se referiu. Veja, a seguir, quais são as variantes mais comuns desse tipo de armamento e que efeitos elas podem ter para os seres humanos.
Gás mostarda e outros agentes de bolhas
Esses gases produzem queimaduras extremamente dolorosas na pele, nos olhos e nas vias respiratórias. O nome “agentes de bolhas” vem do fato de eles causarem enormes bolhas na pele. São substâncias citotóxicas que destroem o DNA e levam à morte das células. A vítima pode agonizar por semanas antes de morrer. Se ela sobreviver, tende a desenvolver câncer.
O mais conhecido desses gases, o mostarda, foi inventado na Alemanha em 1916. Foi empregado durante a Primeira Guerra Mundial inicialmente pelos alemães e, depois, também pelos ingleses. Nos anos 80, o mostarda foi um dos gases letais usados pelo Iraque na guerra contra o Irã. Um ataque iraquiano contra a população curda resultou na morte de 5 mil pessoas.
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