Aguarde...
DoençasCientistas avançam na cura do Alzheimer
EnciclopédiaUnesp faz parceria com a Fundação Wikimedia
ComputaçãoOs ultrabooks à venda no Brasil
Nos EUAGoogle deve esclarecer política de privacidade ao Congresso
AppleFBI publica investigação, nem sempre lisonjeira, sobre Steve Jobs
AviaçãoEmbraer vê leve alta da receita por negócio de Defesa
SaúdeEstudo indica que anti-cancerígeno reverte Alzheimer em ratos
InvestigaçãoDocumentos do FBI retratam Jobs como visionário determinado
Novo WindowsMicrosoft vai lançar beta do Windows 8 no dia 29
EntrevistaReagentes facilitam diagnóstico de 'vírus emergentes'
São Paulo - O Brasil é o terceiro maior emissor de mensagem eletrônicas não solicitadas, mais conhecidos como spams. Segundo a empresa norte-americana de segurança na internet Shopos, endereços brasileiros de correio eletrônico enviam 5,5% desse tipo de e-mails. O Brasil fica atrás só dos Estados Unidos, que envia 15,2% dos spams, e da Índia, com 7,7%.
Os dados apurados pela Sophos foram apresentados hoje (31) durante o seminário Crimes Eletrônicos - A Urgência da Lei, realizado na Câmara Americana de Comércio (Ancham), em São Paulo. No evento, representantes da polícia, da Justiça, do setor empresarial e de usuários da internet debateram formas de combater os crimes praticados na rede mundial de computadores.
O envio de spams é um dos tipos de contravenção cometida na internet. As mensagens não solicitadas muitas vezes contêm programas, que permitem que criminosos acessem dados pessoais de usuários da internet e os utilizem para cometer fraudes.
O envio desses e-mails ou a propagação de conteúdo malicioso é chamada de worm. O worm corresponde a 14,5% dos incidentes na internet cometidos entre abril e junho de 2010, segundo o Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br).
De acordo com a entidade, as varreduras de computadores conectados à rede em busca de informação de usuários é o incidente mais recorrente. São 51,8% dos casos reportados.
O delegado da Polícia Federal Carlos Eduardo Sobral, que participou do evento desta manhã, afirmou que os crimes na internet crescem à medida que o uso do computador se populariza no Brasil. Segundo Sobral, além de ser o terceiro maior emissor de spams, o país é o quarto ou o quinto maior difusor da pornografia infantil na internet.
"Ao mesmo tempo que nós nos inserimos no mundo digital, não conseguimos evitar o crescimento da criminalidade", afirmou o delegado, em sua participação no seminário.
Para ele e outros participantes do encontro, a criação de um marco legal, que facilite a identificação de criminosos que atuam na internet, é essencial para a repressão dos crimes.
Leia mais de segurança
Siga as últimas notícias de Tecnologia no Twitter
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação