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“É a quinta edição do relatório e, como sempre, recebemos solicitações para retirar do ar conteúdos políticos”, explicou. Uma constatação que, segundo ela, coloca em xeque a livre expressão e surpreende por envolver países de tradição democrática, tipicamente não associados à censura.
A Espanha, por exemplo, pediu ao Google a remoção de 270 resultados de buscas ligadas a reportagens que faziam referência a personalidades políticas. Outro país citado por Chou é a Polônia. Uma instituição pública solicitou a retirada de links de um site que a criticava. “Não cumprimos nenhuma destas solicitações”, disse a analista.
Por outro lado, o relatório mostrou o comprometimento da empresa em remover informações de conteúdo ofensivo. Um exemplo é a atitude em relação às solicitações da Alemanha, outro a figurar entre os que mais enviaram.
Segundo o relatório, os alemães registraram 103 pedidos dos quais 77% foram atendidos. A maioria das solicitações era relacionada a conteúdos com teor nazista ou que violavam a legislação do país para a proteção de crianças e adolescentes.
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