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O primeiro lugar foi para o Instituto de Tecnologia da Califórnia, por desenhar um sanitário que utiliza energia solar e gera hidrogênio e eletricidade.
A britânica Universidade de Loughborough obteve a segunda posição, com um sanitário que transforma os dejetos em carvão biológico, minerais e água limpa.
O terceiro lugar coube à Universidade de Toronto, por um sanitário que recupera os minerais e a água e desinfeta os dejetos humanos. "Quatro a cada dez pessoas do mundo não têm um local seguro para defecar", afirma a Fundação Gates em um vídeo.
"Aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso a sistemas sanitários seguros para suas necessidades básicas corporais", segundo Bill Gates.
"Além da questão da dignidade humana, esta falta de acesso coloca em risco vidas humanas, cria um peso econômico e sanitário nos países pobres e prejudica o meio ambiente", afirmou Gates.
A comida e a água contaminada com fezes causam doenças intestinais que matam milhões de crianças anualmente, mais que a Aids e a malária juntas. "Inventar novos sanitários é uma das coisas mais importantes que podemos fazer para reduzir a mortalidade, as doenças, e melhorar a vida das pessoas", concluiu Gates.
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