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Além da configuração complicada, outro aspecto comum aos NAS é que a movimentação dos arquivos entre as máquinas não é muito rápida. Mas a WD levou a sério seu projeto de livrar o storage de qualquer inconveniência e criou um HD relativamente rápido. Pudemos curtir o filme “V de Vingança” (2,1 GB) em uma máquina do INFOlab após uma transferência que durou cerca de cerca de 44 segundos.
Repetindo esse teste algumas vezes, concluímos que a taxa média de gravação real do My Book Live através da rede cabeada é 46,4 MB/s, bem superior à maioria dos NAS testados aqui. Compreensivelmente, o mesmo teste executado através da rede sem fio revelou um desempenho muito mais próximo da média da categoria: 11,66 MB/s.
As conexões que tornam tais resultados possíveis são uma porta Gigabit Ethernet e o Wi-Fi n. Justamente neste ponto está uma das deficiências do My Book Live: a lista de meios de conexão para nesses dois itens. Não há, por exemplo, uma USB para aumentar a capacidade do storage ou para possibilitar o backup rápido de pen drives.
A situação é agravada pela impossibilidade de acessar o HD, ou seja: quem compra a versão de 1 TB deve se contentar com 1 TB e nada mais. Há dois outros modelos, um de 2 TB e outro de 3 TB. Pela conexão ethernet, o My Book Live pode agir como servidor de DLNA para TVs e computadores. Neste modo de exibição o storage conseguiu transmitir vídeos em DivX, XviD, MKV, MPEG-4, WMV. MPEG-2 e MOV, todos em 1080p mas nenhum com legendas. Músicas em MP3 e WAV também podem ser executados pela rede.
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