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Acelerar sem destino sobre duas rodas é ótimo. Mas quando é preciso chegar a um endereço desconhecido, um copiloto como o Zumo 220pode ser de grande valia. Ele é um GPS feito para viajar no guidão da moto. Para isso, vem com kit para fixação e conexão com a bateria da motocicleta e seu corpo é à prova d’água e resistente a raios ultravioleta. A tela de 3,5 polegadas é pequena e fosca, para não refletir a luz solar.
Mas dependendo da posição do sol, os menus e mapas ficam bem opacos. O ângulo de visão também não é dos melhores. O tamanho do aparelho permite levá-lo no bolso quando a moto está estacionada. Nos testes do INFOlab, a comunicação com os satélites manteve-se estável e as rotas foram corretamente. As instruções de voz são enviadas para headsets, fones de ouvidos ou capacetes com bluetooth. Porém, nenhum desses acessórios acompanha o GPS. Sem eles, é impossível para o motociclista ouvir no trânsito as orientações emitidas pelos alto-falantes do navegador. O Zumo 220 também vem com suporte para carros.
Desconsiderando os aspectos que tornam o Zumo 220 ideal para guiar motociclistas, ele se sustenta muito bem como GPS comum. O repertório de mapas que ele contém é o mais completo que já passou pelo INFOlab, delineando as ruas de 1770 cidades brasileiras, das quais 1120 são auditadas. Existem outros GPS que mapeiam um número total de cidades maior, mas nenhum outro testado por nossa equipe oferecia tanto mapas que de fato são confiáveis. A quantidade de pontos de interesse também é alta: 1 milhão de restaurantes, hotéis e outros estabelecimentos que podem ser úteis ao motorista marcam os mapas do Zumo.
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