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foto 15/20
Como toda câmera superzoom, a SL300 só se passa por DSLR quando vista de longe. As entranhas dessa câmera são inconfundivelmente entranhas de máquina compacta. O CCD que transforma a luz em imagens digitais, por exemplo, é exatamente o tipo de sensor (6,17 x 4,55 mm) que se esperaria encontrar em uma câmera de bolso.
Assim sendo, não nos surpreendemos quando as fotos apresentaram uma qualidade geral no máximo mediana. Em condições ideais, a SL300 reproduz fotos relativamente detalhadas, embora suas limitações se tornem evidentes em cenas confusas (um gramado, por exemplo).
A FujiFIlm atingiu um grau razoável de fidelidade de cor com essa câmera, mas ela tropeça ao tentar reproduzir transições sutis de tom (do amarelo para o laranja, por exemplo). Há pixels em excesso nesse sensor (14 MP) o que leva a duas consequências principais: fotos grandes e baixa tolerância a taxas de ISO altas.
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