Aguarde...
EspaçoArmstrong, primeiro homem na Lua, concede entrevista rara
EspaçoCápsula privada Dragon se acopla à Estação Espacial
NASABraço robótico da ISS captura cápsula Dragon da SpaceX
ManobraCápsula Dragon se aproxima da ISS antes da acoplamento
NeurologiaBrasileiros são premiados pela academia americana
Ciência6 mistérios não resolvidos pela ciência
Sob o marEncontrados povoado neolítico e navio antigo do Adriático
PesquisaLatino-americanos bebem menos que europeus e americanos
EspaçoDragon sobrevoa estação espacial antes de acoplamento
Bóson de Higgs: a simulação mostra a partícula sendo captada pelo detector CMU no Grande Colisor de Hádrons
São Paulo — Pesquisadores do CERN, o maior laboratório científico do mundo, divulgaram, ontem, que estão mais perto de comprovar a existência do bóson de Higgs, uma das partículas fundamentais que compõem a matéria. Pelo seu papel na constituição do universo, o bóson de Higgs vem sendo chamado de partícula de Deus.
Dois grupos realizam experimentos com esse objetivo no Grande Colisor de Hádrons (LHC), o gigantesco acelerador de partículas instalado na fronteira entre Suíça e França ao custo de 8 bilhões de dólares. Eles são identificados pelos nomes dos respectivos detectores de partículas – Atlas e CMS.
Ontem, esses dois times divulgaram resultados muito parecidos, obtidos de forma independente. Eles determinaram a faixa de energia em que os detectores passarão a concentrar a busca, descartando outras em que não foram encontrados sinais da existência do bóson. Confira quatro fatos sobre a partícula divina.
1 O ano é 2012
Há poucas dúvidas de que os cientistas que trabalham no LHC vão chegar a alguma conclusão sobre o bóson de Higgs em 2012. Isso não aconteceu ainda porque é preciso acumular grande volume de dados dos detectores. O volume vai permitir ter certeza de que os sinais captados não são resultado de simples flutuação estatística.
“Se o acelerador de partículas continuar funcionando bem como funcionou neste ano, teremos um resultado até o final de 2012. Não há muitas dúvidas sobre isso”, diz Sérgio Novaes, professor da Unesp e membro da colaboração brasileira com o detector CMS – um dos experimentos que buscam o bóson no LHC.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação