São Paulo – A Apple anunciou hoje um novo iPhone, que é o primeiro a ter tela de quatro polegadas desde o lançamento do iPhone 5s, em 2013.

Além disso, a companhia também apresentou uma versão menor do seu tablet corporativo iPad Pro, que tem 9,7 polegadas – o primeiro iPad Pro, lançado no final do ano passado, tinha tela de 12,9 polegadas.

A Apple revelou também uma redução de preço para o Apple Watch e contou algumas novidades que chegarão ao iOS 9, o sistema dos iPhones e iPads, a partir de hoje.

O evento foi fora de época para a Apple, que costuma realizar apresentar produtos entre os meses de setembro e outubro.

Confira o blog ao vivo de EXAME.com, que mostra como foi o evento desta segunda-feira.

Ao vivo

  • Resumo – A Apple apresentou hoje (21) um novo iPhone, chamado IPhone SE. Ele tem processador A9, coprocessador M9, leitor de batimentos cardíacos, câmera de 12 MP que filma em 4K, faz vídeos em slow motion a 240 fps e registra Live Photos. O aparelho, que é duas vezes mais veloz do que o iPhone 5s, começa a ser vendido em 31 de março nos EUA, a partir de 399 dólares (16 GB). Não há previsão de lançamento no Brasil.

    O iPad Pro ganhou uma versão de 9,7 polegadas, com tela 40% menos reflexiva e 25% mais brilhante do que a do iPad Air 2. O aparelho tem suporte para o Apple Pencil, tem a capacidade de executar dois apps ao mesmo tempo (com tela dividida) e o seu peso é de menos de 500 g. O produto, pela primeira vez, tem versão de 256 GB. Os preços começam em 599 dólares.
     

    O iOS 9 terá novidades a partir de hoje, As duas mais interessantes são nos apps Notas e Health. O primeiro ganhará suporte para a proteção com impressões digitais, graças ao sensor Touch ID dos iPhones, enquanto o segundo terá sugestões de apps para melhorar a sua saúde. O update chega hoje gratuitamente aos dispositivos móveis da Apple. 

    O tvOS agora terá pastas, que permitem a organização dos mais de 5 mil apps disponíveis na loja. Fora isso, será possível visualizar Live Photos tiradas com iPhones 6s.

    O Apple Watch ganhou mais pulseiras, mas o interessante mesmo é que o preço dele caiu de 349 dólares para 299 dólares nos EUA. Não se sabe se a redução afetará os preços praticados pela Apple no Brasil. 

    Energia renovável: a Appe usa energia solar em 93% de suas operações no mundo e tem a meta de atingir em breve o marco de 100%. A empresa usa, por exemplo, painéis solares nos topos das Apple Stores. 

    O kit de desenvolvimento de apps Carekit é um desdobramento do Healthkit, criado pela Apple. Ele permitirá acompanhar recomendações médicas no smartphone após uma consulta. O primeiro app da categoria é voltado para pacientes com Mal de Parkinson, mas outros chegarão a partir de abril.

    O Researchkit foi anunciado hoje também e viabilizará o desenvolvimento de apps que coletem dados do aplicativo nativo Health. Isso permitirá que um grande número de pessoas se tornem voluntárias ao compartilhar seus dados de saúde para fins de pesquisa.

    Estes foram os principais destaques do evento de hoje da Apple. Fique ligado nas notíticas de Tecnologia em EXAME.com. 

  • Tim Cook de volta ao palco. O CEO recapitula os anúncios do dia. Um iPhone SE, um iPad Pro, novas pulseiras para o Apple Watch, novidades no iOS 9, um esforço para usar energia renovável e o Carekit, que vai dar um acompanhamento médico mais digitalizado. Em breve, a Apple se mudará para sua nova sede nos EUA e deixará de usar a atual para a realização de eventos.

    Com isso, termina o evento Let Us Loop You In, da Apple. Obrigado pela companhia e fique ligado diariamente nas notícias de tecnologia em EXAME.com. 

  • O iPad Pro pela primeira vez terá uma opção com memória interna de 256 GB. Os preços começam em 599 dólares. Segundo a Apple, as vendas começam no mesmo dia que o iPhone SE, ou seja, em 31 de março nos Estados Unidos. Ainda não se sabe quando os produtos chegarão ao mercado brasileiro. 

    Reprodução/EXAME.com

    iPad Pro 9,7

  • As câmeras são usadas para o dia a dia, mas também podem ser usadas para trabalho no iPad Pro e por isso ele tem a câmera mais avançada em um tablet. As fotos têm 12 MP, as filmagens podem ser em 4K e é possível fazer Live Photos, como nos iPhones. Além das cores tradicionais, o iPad Pro virá também na cor Rose Gold. 

  • Quando você usar uma tela com a tecnologia True Tone, você nunca mais vai querer voltar para um que não a tem, segundo o VP. O tablet utiliza processador A9X e um processamento gráfico forte o suficiente para jogar games e também para trabalhar. Com o coprocessador M9, você pode ativar a Siri a distância (Hey, Siri). Há também um teclado adequado para o iPad Pro de 9,7 polegadas. Ele possui uma integração de software que facilita o uso. Essa nova edição do tablet corporativo da Apple também tem suporte para o Apple Pencil, uma espécie de lápis digital para desenhar ou escrever na tela.  

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    Evento Apple

  • A tela do novo iPad Pro é 40% menos reflexiva do que a de iPad Air 2 e tem 25% mais brilho. "Esse é o melhor display que já fizemos para um iPad", diz o VP da Apple. Uma nova tecnologia é anunciada: True Tone Display. Sensores medem a temperatura das cores e a luz do ambiente e a tela é otimizada para as condições do local. 

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    Evento Apple

  • Muitas pessoas que adotam hoje o iPad Pro só usavam computadores com Windows, segundo Schiller. Ele garante que o tablet é o substituto ideal para um PC tradicional. 

  • Tim Cook volta ao palco para falar do iPad Pro hoje. Após um breve comentário sobre a boa aceitação do produto, Cook dá espaço para a apresentação de Philip W. Schiller, vice-presidente sênior da Apple. Ele diz que o iPad Pro é um produto revolucionário e amado pelos consumidores. Por isso, a Apple anuncia hoje um iPad Pro com tela de 9,7 polegadas. Ele tem a força de processamento da versão com a tela maior, mas é mais portátil e pesa menos de 500 g. 

  • As novidades do novo iOS 9 chegam aos usuários de dispositivos Apple a partir de hoje. O update é gratuito para todos. 

  • Uma imagem do iPhone SE com o preço inédito de 399 dólares. Esse é o valor mais baixo que a Apple já cobrou por um smartphone desde o lançamento do primeiro iPhone, em 2007. 

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