Aguarde...
GlassGoogle revela novos apps para os óculos Google Glass
SmartphonesGalaxy S4 bate recorde de vendas da Samsung
AppsEbay trabalha em possíveis aplicativos para Google Glass
SistemaAndroid tem crescimento de 80% nas vendas
Na mãoUm teste prático com os óculos Google Glass
Google I/O 8 novidades que o Google apresentou nesta 4ª feira
GoogleAndroid está presente em 900 milhões de aparelhos
AndroidGoogle vaza possível confirmação da versão 4.3 do Android
Ao vivo Google apresenta novidades no Google I/O
Google I/O 12 novidades que o Google pode revelar nesta 4ª feira
São Paulo - Entre os campos ocupados pelos smartphones avançados e básicos, encontra-se uma área nebulosa povoada por aparelhos intermediários. O L7 da LG é um desses smartphones ambíguos. Como veremos a seguir, o hardware interno está longe de ser uma vantagem do L7. Por outro lado ele vai além do básico em vários pontos importantes, como a tela de boa qualidade e o sistema operacional atualizado (Android 4.0.3).
Na verdade, dizer que o silício do L7 não é uma vantagem é se valer de um eufemismo. O system-on-a-chip desse smartphone é um Snapdragon S1, mais especificamente o MSM7227A. Esse número de série indica a presença de um núcleo de processamento Cortex A5 rodando a 1 GHz e de um circuito de processamento gráfico Adreno 200, ambos componentes modestos para os padrões atuais.
A LG evidentemente desfavoreceu o system-on-a-chip para investir mais em outros aspectos do telefone. Isto não significa que o Android se sinta exageradamente constrangido nesse aparelho. O processador do L7 pode ser qualificado como um chip anêmico, mas ele é suficientemente competente para cumprir o que se espera de um smartphone. Ainda assim, persistem alguns atrasos ocasionais na interfaces, mesmo quando se tenta fazer algo tão simples quanto atender uma chamada. De fato, a CPU em si não fica muito atrás da concorrência de smartphones básicos e intermediários. O grande empecilho de desempenho está na GPU.
Na prática, a consequência mais flagrante do uso desse modelo de Snapdragon S1 é o suporte limitado à reprodução e gravação de vídeos. A esquálida GPU Adreno 200 não consegue lidar com filmes de resolução maior do que 480p. Se o usuário se restringir a assistir vídeos no próprio celular, a baixa resolução não é um problema.
A frustração do usuário começa com a relação do smartphone com outros eletrônicos, como televisões e notebooks. Ser forçado a manter arquivos de vídeo de resolução diferente só porque o smartphone não acompanha os outros eletrônicos da casa. Contudo, se a intenção é simplesmente fazer upload para internet dos vídeos gravados no telefone, a resolução deixa de ser um aspecto tão importante.
Para resolver a questão do armazenamento, foram implantados no L7 4 GB de memória flash interna. Estes são complementados por um cartão microSD que oferece outros 4 GB. Trata-se de um bom número para um celular dessa categoria. Quanto à RAM, há apenas 512 MB no total. Considerando que o L7 utiliza um processador de apenas um núcleo e que o Android por si só já ocupa uma parte considerável da RAM disponível, não se pode esperar que esse aparelho consiga rodar muitos aplicativos simultaneamente.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados