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São Paulo - Para donos de smartphones, o encanto por configurações de última geração, câmera poderosa e design primoroso só não é maior que o desejo pela maior autonomia de bateria possível. Neste quesito, o Razr Maxx não tem competidores. Graças a uma bateria de 3.300 mAh (miliampére-hora), o modelo suportou 17 horas e 47 minutos ligado em chamada de voz nos teste.
Nos smartphones de topo de linha mais modernos, que usam baterias de 2.100 mAh, a autonomia não chega à metade disso. O fôlego para executar de forma suave e com respostas instantâneas tarefas que exigem mais trabalho do processador de dois núcleos e da tela também é grande.
Não dá para dizer que o corpo do Razr Maxx ficou excessivamente gordo para acomodar a bateria maior. Porém, a beleza não é um de seus outros destaques, como a câmera de 8 MP. O modelo tem saída microHDMI, vem com o cabo para a conexão com a TV e exibe uma interface bem sacada para o uso do smartphone na telona.
Avaliação de Giovana Penatti
A linha Razr da Motorola, lançada em 2004, representa um marco na telefonia celular pelo design superfino, inovador para a época. Oito anos depois, a Motorola relançou a Razr, adaptada para a tecnologia atual, com um smartphone top de linha. Com o Razr Maxx, a empresa tem mais um acerto ao detonar um grande inimigo dos donos de smartphones: a bateria.
Com 3.300 mAh (os concorrentes têm 2.100 mAh), o aparelho atingiu incríveis 17 horas e 47 minutos de duração em chamada, com Bluetooth e Wi-Fi ativados. Outro teste foi feito usando vários recursos para simular uma situação de uso cotidiano e envolveu reprodução de filmes, navegação na internet e uso do GPS. A bateria aguentou menos, mas, ainda assim, mais que outros smartphones: 10 horas e 17 minutos. Esse é o diferencial do Razr Maxx: permitir sair de casa cedo e voltar à noite com ainda algumas horas de bateria, sem precisar economizar no uso.
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