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Nexus 7 | 28/06/2012 15:07

4 coisas boas e 4 ruins no novo tablet do Google

Anunciado ontem durante o Google I/O, o tablet Nexus 7 será vendido por 199 dólares nos Estados Unidos. Veja alguns detalhes sobre ele

Reprodução

Tablet Nexus 7, fabricado pela Asus para o Google

O Nexus S começa a ser entregue na metade de julho em quatro países: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália

São Paulo — Um tablet barato, com duas marcas respeitáveis estampadas na embalagem, pode ser o que falta para o sistema Android decolar nesse tipo de aparelho. E é isso que o Google e sua parceira Asus anunciaram na quarta-feira, durante o Google I/O. Se as duas empresas conseguirem atender à demanda sem engasgos, o novo tablet Nexus 7 pode se tornar um grande sucesso.

Mas o Google diz que seu objetivo não é ultrapassar outros fabricantes de aparelhos com Android. A meta seria inspirar esses fabricantes, apontando um caminho para eles. E o caminho parece promissor. Por enquanto, o Nexus 7 está à venda em apenas quatro países – Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. Veja quatro pontos positivos e quatro negativos do tablet do Google.

Onde o Nexus 7 acerta

 Conteúdo abundante

A principal função de um tablet é oferecer acesso a conteúdo da internet. O Google já oferece 600 mil apps (mas poucos foram criados para uso em tablets) em sua loja online Google Play. A loja também tem o que a empresa descreve como a maior coleção de e-books do mundo, além de músicas e filmes. No Google I/O, a empresa anunciou que passa a vender também programas de TV. E isso se complementa, é claro, com acesso a todos os serviços disponíveis na web, incluindo o YouTube e as redes sociais. 

2 – Hardware potente e completo

No hardware, o Nexus 7 iguala o iPad 2 e supera, de longe, o Kindle Fire, da Amazon. Na prática, isso significa que quem comprar o Nexus 7 não deve reclamar de lentidão ou de baixa qualidade das imagens. A resolução de 1.280 por 800 pixels é muito boa para uma tela de 7 polegadas. Do tipo IPS, essa tela oferece amplo ângulo de visão. O processador tem quatro núcleos principais e doze núcleos de processamento gráfico. É poder computacional suficiente para rodar jogos complexos com animações 3D de qualidade.

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