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Última atualização 23/05/2017 - 17:09 FONTE

Governo autoriza desconto para quem pagar com dinheiro

Diário Oficial traz publicada a Medida Provisória que autoriza diferenciação de preços para pagamento com cartão de crédito

Brasília – O Diário Oficial da União desta terça-feira, 27, traz publicada a Medida Provisória 764, que autoriza a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado.

A medida torna nula cláusula contratual que proíba ou restrinja tal diferenciação de preços.

A permissão de preços diferentes para pagamento no cartão de crédito ou à vista, por exemplo, foi um dos pontos do pacote de medidas microeconômicas anunciado pelo governo no dia 15 de dezembro.

Elas visam facilitar o ambiente de negócios para empresas e aquecer a atividade econômica.

Comentários

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  1. Paulo Oliveira

    Desde criancinha que isso funciona principalmente no comércio, governo quer reinventar a roda KKKKKKKKKKKKKKKKK.

  2. Wesley Fernando Menezes

    Eu nao entendo! Me corrijam se eu estiver enganado. Ate onde eu sei, mesmo se vc parcelar no cartao de credito, o lojista vai receber o valor a vista, pois quem vai pagar o logista eh o banco e, quem vai pagar o parcelamento, vai ser o proprietario do cartao ao banco e nao o logista, com isso, em meu ponto de vista, quem determina o desconto eh o logista e nao precisa do governo interferir em nada nessa negociacao entre logista/consumidor.

    1. Você está errado,

      o logista recebe o valor do cartão de débito no próximo dia útil, o valor do crédito a vista cerca de 30 dias corridos depois de passar o cartão e o valor do crédito parcelado também vem dividido no número de parcelas que foi feito a venda.

      Além disso é cobrado uma taxa do logista, que varia entre 1,5% a 5% dependendo do contrato que ele tiver com a ‘maquininha’. Normalmente a taxa é menor no débito e maior quando a compra é feita em 7 ou mais parcelas.

      Há a possibilidade do lojista antecipar tal recebível, mas ai ele pagará um juros que normalmente varia entre 1,5% a 3,5%a.m..

    2. Paula Oliveira Ali

      Se o lojista parcela no cartão ele recebe parcela e ainda tem um desvonto da taxa do cartão, então faz toda a diferença a interferência do governo.

    3. Paulo C. da Cruz

      Eu te corrijo então, Wesley. Na verdade, o lojista recebe parcelado também, principalmente os pequenos comércios. Portanto, se ele vender no crédito em 3 vezes, por exemplo, vai receber só em 30/60/90 dias. Isso também foi discutido essa semana, pois foi especulado que o governo pode obrigar as operadoras a repassarem o dinheiro ao comerciante em apenas 2 dias. E isso acabaria com “pequenas” financeiras, como Nubank, Digio ou até mesmo essas de lojas, tipo Renner, pois ela não tem fluxo para pagar nesse prazo. Mas uma observação é que ele (o logista) quiser, consegue sim adiantar e receber tudo a vista, porém, as taxas são absurdas, se uma venda a credito vai te cobrar 3,5% de taxa, ao adiantar esse pagamento, pode botar ai uns 9,5% de taxa. Minha família tem uma drogaria (dessas de bairro, não é nenhuma rede grande). trabalhei lá cuidando das finanças durante uns meses.

    4. Frederico Marcondes

      Para começar as taxas que o cartão de credito cobra do lojista no parcelado é de 5% e recebemos de acordo com a quantidade de parcela em 30 60 e 90 . Se quiser antecipar o valor tem taxas que sao abusivas. No credito a vista recebemos em 30 dias e tem a tx de 0,5 a mais do debito. Fora o aluguel da maquina. Resumindo existe um custo que cada loja tem o seu e com essa lei quem pagava a mais era quem paga no dinheiro

  3. Jéssica Sabrina

    Bacana! Isso até vai ajudar os pequenos lojistas que não possuem um bom planejamento de preços, mas vai ajudar mais ainda os grandes, que já tem embutido nos preços taxas e extras que pagam para receber no cartão de débito ou crédito, por que sem dúvida, não irão dar esse desconto para quem pagar com dinheiro, mas sim cobrar a mais para quem pagar com cartão.

  4. Jesus Batista Pereira

    E a segurança? O aumento da circulação com dinheiro em espécie chama a atenção de quem?