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Bazili Swioklo, diretor do banco Sofisa Direto: atrás dos clientes mal-atendidos pelos grandes bancos
São Paulo – Renda fixa é um assunto modorrento para a maioria dos investidores. As principais opções de aplicação ao alcance das pessoas físicas oferecem retornos baixos e regras rígidas. A rentabilidade líquida da caderneta de poupança não muda há décadas - é 6,17% ao ano mais TR. Com a provável queda da taxa Selic nos próximos meses, os fundos DI com altas taxas de administração já estão se tornado menos atrativos que a poupança. O Tesouro Direto poderia ser uma saída interessante se não fosse tão complexo para a maioria dos brasileiros. Já os CDB de grandes bancos costumam ser uma escolha prática, mas pagam juros pouco interessantes para os aplicadores no momento (veja as taxas oferecidas pelas maiores instituições).
Em um ambiente tão desfavorável ao aplicador, não fica difícil distinguir um produto realmente inovador quando ele aparece. Do ponto de vista de quem investe em renda fixa, a principal novidade deste ano foi, sem nenhuma dúvida, o Sofisa Direto. Essa plataforma on-line permite que pequenos aplicadores obtenham uma rentabilidade superior à de todos os investimentos listados acima com um diferencial interessante: a simplicidade.
Enquanto os grandes bancos costumam oferecer entre 80% e 90% do CDI para pequenas aplicações em CDB, no Sofisa Direto o cliente sempre consegue ao menos 100% do CDI. Outra diferença é que as taxas pagas aos clientes não mudam. Seja para aplicações de 1 real a 1 milhão de reais, os retornos são os mesmos. Quem conhece bem o setor financeiro sabe que isso não é nada trivial. “Achamos que há uma grande massa de clientes que é muito mal atendida pelos grandes bancos, principalmente naquela faixa de pessoas com um patrimônio de até 200.000 reais em aplicações financeiras”, afirma Bazili Swioklo, diretor do banco Sofisa Direto.
Bater a poupança e os fundos DI hoje em dia não significa muita coisa, mas é importante notar que o CDB do Sofisa rende mais até mesmo que o Tesouro Direto. Os juros pagos pelos papéis são muito parecidos quando o investidor compara aplicações que possuem liquidez diária – ou seja, que podem ser resgatadas a qualquer momento. A vantagem do Sofisa sobre o Tesouro, nesses casos, é que o aplicador estará isento de desembolsar taxas anuais de custódia, administração ou corretagem – que costumam representar de 0,3% a 1% do dinheiro investido.
Já para aplicações de dois a três anos, o Sofisa procura pagar 1 ponto percentual a mais que o Tesouro Direto ao ano. Enquanto uma LFT (título do governo federal) remunera o poupador com algo equivalente à taxa Selic, o cliente do Sofisa conseguirá 110% do CDI para uma aplicação de três anos. Um CDB prefixado que seja carregado até 2014 garante um retorno de 11,40% ao ano – contra 10,08% de uma LTN (título público prefixado) semelhante. Por último, o CDB atrelado à inflação com vencimento em 2015 paga IPCA mais 5,97% ao ano – contra IPCA mais 4,93% de uma NTN-B Principal.
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Felipe B S Nardes
Parece uma opção de renda fixa realmente muito interessante! Ótima dica!
01.12.2011 |