São Paulo – A Serasa Experian torna gratuito, por 30 dias, seu serviço MeProteja contra fraudes, pensando nas pessoas que possam ter perdido seus documentos nos eventos com multidão durante a visita do Papa Francisco ao Brasil. O serviço MeProteja é atrelado ao Cadastro Positivo da Serasa, e cabe ao consumidor tomar a iniciativa de fornecer seus dados pessoais para monitoramento, se assim desejar.

O MeProteja avisa aos consumidores cadastrados sobre casos de fraude em seu CPF por e-mail ou mensagem de celular (SMS). O consumidor é alertado toda vez que seu CPF é consultado por um credor, quando há tentativa de abertura de empresa com o número do documento, se o titular estiver prestes a ter seu nome inscrito no cadastro de inadimplentes ou ainda quando seu nome ficar limpo, caso estivesse com o CPF negativado.

O serviço normalmente é cobrado, mas aproveitando a visita do Papa, será gratuito por 30 dias. O argumento da Serasa é que, quando há multidões, aumenta o risco de perda de documentos e, consequentemente, de fraudes em nome da vítima. De acordo com a Serasa Experian, a cada 15,6 segundos um consumidor brasileiro sofre fraudes de identidade, tendo seus dados pessoais usados por criminosos para obter empréstimos ou concretizar negócios.

Para ter acesso ao MeProteja é preciso acessar o site da Serasa Experian e abrir gratuitamente o cadastro positivo, que é o cadastro dos bons pagadores (pessoas que não têm o CPF negativado por inadimplência). Para isso, é preciso fornecer uma série de dados pessoais, como nome completo, CPF, nome da mãe, endereço completo, e-mail e telefones.

Após fazer o cadastro, o serviço de monitoramento é imediatamente ativado. Após algumas horas, a pessoa receberá um relatório informando sobre a existência ou não de outras pendências financeiras registradas na Serasa Experian, se há empresas abertas por aquele CPF e quais números de telefone fixo foram cadastrados, e quais empresas consultaram aquele CPF nos últimos quatro meses.

Um novo relatório é gerado a cada 15 dias, mesmo que não haja qualquer notificação. Após os 30 dias de gratuidade, o consumidor que desejar manter o serviço de proteção do CPF deverá contratá-lo no site da Serasa Experian. O custo é de 19,90 reais por mês.

Ao ter os documentos furtados, roubados ou extraviados, o cidadão deve fazer o Registro de Ocorrência e informar aos bureaus de crédito, como Serasa e SPC, sobre o ocorrido. Isso dificultará que criminosos tentem praticar roubo de identidade, usando os dados da vítima para obter empréstimos, abrir empresas, entre outros crimes.

Tópicos: Cadastro Positivo, Crime, Fraudes, Nome sujo, Papas, Papa Francisco, Serasa Experian, Empresas, Experian, Empresas de tecnologia