Aguarde...
ImóveisSerá que é hora de vender seu imóvel?
ImóveisQuando um fundo pode "garantir" rentabilidade
Casa própriaO que você precisa saber antes de construir
FalênciaOs erros que empobrecem até jogadores de futebol
AçõesInvestidor tem acesso a consulta virtual gratuita durante o pregão
VantagensComo o seu salário pode abrir portas nos bancos
Veículos6 considerações para a boa compra de um carro
InvestimentosQueda de juros incentiva para compra de títulos prefixados
VeículosVeja os novos preços dos carros após a redução do IPI
Valor máximoINSS reduz teto para juros de crédito consignado
Proposta do governo ainda considera que se o viúvo ou viúva casar novamente perderá o direito à pensão
Brasília - O governo federal quer acabar com a concessão de pensão vitalícia para família de trabalhador que fez apenas uma contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A proposta de minirreforma da Previdência Social, que está sendo costurada pelos ministérios da Previdência e da Fazenda, prevê um prazo mínimo de 12 meses de contribuição ao INSS para que, no caso de óbito do trabalhador, a viúva e filhos tenham direito à pensão.
O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que o texto final ainda não foi fechado e várias sugestões ainda estão sendo analisadas. A ideia é tratar tanto de alternativa para o fim do fator previdenciário (criado para desestimular as aposentadorias precoces) quanto a alteração na concessão de pensão em um mesmo projeto, que deverá ser encaminhado até o final do ano ao Congresso.
"É preciso conter alguns gargalos e equívocos", disse, ressaltando a falta de regras para a liberação de pensão. Garibaldi destacou que em praticamente todas as propostas de alteração estão previstas a redução do valor do benefício dos atuais 100% para 70%. "Um dos problemas é que o valor é integral e para concessão não tem restrições."
Em um dos casos analisados, a diminuição do valor do benefício para 70% seria apenas às viúvas sem filhos menores de 21 anos. Além disso, está em debate a criação de um prazo para validade da pensão - que seria de 10 anos para viúvas e viúvos que tenham menos de 35 anos. Para o restante, o benefício continuaria vitalício.
A proposta estudada pelo governo ainda considera que se o viúvo ou viúva casar novamente perderá o direito à pensão.
"Os atuais pensionistas não serão atingidos pelas novas regras", frisou o ministro, destacando que em 2010 as despesas com pagamento de pensões atingiu a marca de R$ 70 bilhões.
No caso do fator previdenciário, os representantes das centrais sindicais e aposentados querem mudança porque entendem que o fim do fator, sem a criação de um instrumento alternativo, não será aceito pelo governo.
Criado em 1999, o fator contribuiu com uma economia de R$ 31 bilhões em 10 anos aos cofres públicos. A proposta apresentada por Garibaldi prevê a substituição do fator pelo estabelecimento de uma idade mínima para aposentadoria (63 anos para mulheres e 65 anos aos homens). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação
Jorge M. Schommer
A adoção de idade mínima para aposentadoria faz com que as pessoas deixem para se preocupar com a previdência...
30.06.2011 | Ler comentário completo |
Jorge M. Schommer
O Brasil precisa de uma previdência mais simples, transparente e eficaz. A “Aposentadoria por Tempo de...
30.06.2011 | Ler comentário completo |